167. PATRIMÓNIO POPULAR
A arquitectura religiosa popular [...] abrange ainda uma série de outras manifestações porventura mais simples, mas que não deixam de constituir um factor importante da identidade arquitectónica das regiões (ou não deixavam, porque, infelizmente, o seu desaparecimento, por incúria ou propósito, representa um dos exemplos mais lamentáveis das destruições operadas no nosso património cultural).
Referimo-nos em primeiro lugar às alminhas que, nas bermas dos caminhos ou nas encruzilhadas, convidam à devoção e à prece [...], através de imagens comoventes e legendas votivas [...].
Helder Pacheco, Património Cultural Popular [negritos meus].

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As alminhas, os nichos de santos e os cruzeiros representam a sobrevivência de hábitos culturais que nos chegaram da romanização (os pequenos oratórios com um edículo ou um nicho dedicado aos deuses Lares Compitales eram protectores das encruzilhadas, e os dedicados aos Lares Viales velavam pelos caminhos).
idem, ibidem [negritos meus].
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A DESTRUIR A LIBERDADE E O TRABALHO DOS OUTROS:
QUE DEUS VOS ABENÇOE
(porque, se estivessem abençoados, não andariam nesse frenesim destrutivo)!
Categoria: PARA VER DE PERTO
Tags: Imagem Património_popular Arquitectura_religiosa Alminha Serra_do_Caramulo Nicho Romanização Lares_Compitales Lares_Viales Helder_Pacheco Portugal
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DIGNIDADE e JUSTIÇA para



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- deu entrada na Assembleia da República, a 8 Maio 2008, com




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Destruir é muito mais fácil do que construir. Destruir não requer aprendizagem. Destruir é a única forma que os estúpidos têm para se impor aos outros - é por isso que é tão usada.
E nem sequer percebem o quão mais gratificante é construir!