(118) ACERCA DO TRABALHO PRECÁRIO

«Tanto nos países desenvolvidos, como nos países em vias de desenvolvimento, as pessoas trabalham mais por menos dinheiro e há cada vez mais pessoas – cuja esmagadora maioria são mulheres – forçadas a viverem na chamada economia informal, sem protecção social nem direitos e com empregos precários. [...] Por isso, apelamos urgentemente aos decisores que se batam por:
1. Trabalho decente: Reafirmar a contribuição de empregos estáveis e de qualidade para uma economia sã e comunidades justas e equitativas, através da aplicação de estratégias inclusivas a favor do pleno emprego, produtivo, incluindo os que trabalham actualmente na chamada economia informal, que carecem de direitos e justiça para defenderem os seus interesses. [...].»
(do texto da Campanha Decent Work, Decent Life - Trabalho Decente, Vida Decente).
SUBSCREVA ESTA CAMPANHA INTERNACIONAL! As assinaturas recolhidas serão apresentadas aos representantes da União Europeia no Dia Internacional para o Trabalho Decente, 7 Outubro 2008.
Curiosamente, ... «foi no decurso do Fórum da OIT [Organização Internacional do Trabalho] sobre “Trabalho Digno para uma Globalização Justa”, realizado em Lisboa, de 31 de Outubro a 2 de Novembro de 2007, que esta campanha foi lançada, numa cerimónia simbólica que consistiu no convite a diversas individualidades para assinarem o livro de honra. Assim, a lista de signatários já inclui nomes como Juan Somavia (Director-Geral da OIT), [...] José António Vieira da Silva (Ministro do Trabalho e da Solidariedade, Portugal), [...]». (in http://www.ugt.pt/trabalhodecente.htm)
NOTA: Hoje, 1 de Maio, é o dia da Parada Precária (Fartos destes Recibos Verdes) - MAY DAY LISBOA 2008.
Together, we are a force for change! Conny Reuter, SOLIDAR May Day message 2008.
ADITAMENTO: 5 Julho 2008 - 3 346 assinaturas.
Categoria: IMAGENS SOLTAS
(117) RISCADINHAS COR-DE-ROSA
As flores de Lavatera olbia (Família Malvaceae) são grandes e solitárias.


Arbusto espontâneo nas nossas zonas costeiras, desde a Beira Litoral ao Algarve, em sebes e margens de cursos de água. Estas imagens não são muito elucidativas acerca da planta, porque aparecem várias folhagens misturadas.
Tapada da Ajuda, Lisboa, em Junho.
Categoria: FLORA E VEGETAÇÃO
(116) A CIDADE HISTÓRICA FORTIFICADA DE CARCASSONNE
Local fortificado (oppidum) desde o século VI a.C., no Sul de França, no alto de uma colina estrategicamente localizada na confluência das rotas de ligação à Península Ibérica e entre o Atlântico e o Mediterrâneo.
A Cidadela foi classificada como Monumento Histórico em meados do século XIX e então restaurada pelo arquitecto Viollet-le-Duc (restauro muito polémico, por não respeitar os materiais tradicionais da região e por introduzir alterações estruturais em torres, muralhas e castelo). Actualmente está classificada como Património da Humanidade pela UNESCO, desde 1997.

Torre das Casernas, no Castelo Condal, com o sistema de 'palanques de tiro' (les hourds).


No Castelo Condal - à esquerda, o pátio de Honra, onde se podem observar três épocas de construção; à direita, vista para a Cidadela e caminho de ronda.


À esquerda, a Torre Redonda do Bispo (Tour Ronde de l'Évêque); à direita, a Torre do Tesouro (Tour du Tréseau).
NOTA: Artigo muito completo, em Francês, na Wikipédia.
Categoria: O PATRIMÓNIO
(115) RUAS MEDIEVAIS


Património da Humanidade, o centro histórico de Florença (à esquerda), classificado em 1982, e Veneza (à direita), classificada em 1987.
As construções apinhadas das urbes medievais resultaram das necessidades de defesa e do aumento progressivo das populações intra-muros.
Hoje em dia, não seria possível construir a maior parte destes admiráveis conjuntos urbanos - em parte pela evolução histórica e sociológica, mas também pelo actual excesso de legislação urbanística e pelos padrões e tendências 'normalizadoras' dos nossos tempos.
Categoria: A CIDADE
(114) ÁRVORES FRONDOSAS


À esquerda, Tílias (Tilia sp, Família Tiliaceae) no Jardim Botânico de Coimbra.
À direita, Plátanos (Platanus hybrida, Família Platanaceae) no Parque das Caldas da Rainha.
Categoria: A ÁRVORE
(113) DA VIDA DOS PESCADORES


Lagoa de Óbidos.
Categoria: O LITORAL
(112) O DIA DA LIBERDADE

Podemos ser livres! Podemos aprender a voar!
Richard Bach, A História de Fernão Capelo Gaivota
Categoria: IMAGENS SOLTAS
(111) O MAR ÀS VEZES . . .
. . . parece um véu diáfano, outras pó verde. Às vezes é dum azul transparente, outras cobalto. Ou não tem consistência e é céu, ou é confusão e cólera. De manhã desvanece-se, de tarde sonha. (...)
Diferentes verdes bóiam na água, esbranquiçados, transparentes, escuros, quase negros, misturados com restos de onda que se desfaz e redemoinha até ao longe.
Raul Brandão, Os Pescadores.



O mar na praia do Tamariz, Estoril.
Categoria: O LITORAL
(110) PELO VALE E PELA LINHA DO TUA
O Rio Tua é um afluente do Douro. Ao longo do seu vale, corre uma linha de caminho-de-ferro que «é considerada uma das mais belas linhas férreas de montanha da Europa» (a ler mais, na página do Movimento Cívico pela Linha do Tua).
Recomendo um postal com belíssimas imagens do vale do Tua - um alerta
do blogue Dias com Árvores, a 21 Abril 2008 (a propósito da barragem que os nossos des-governantes lá querem construir, contra o parecer de vários organismos idóneos): AS ÁRVORES NÃO SABEM NADAR.


«A Barragem do Tua significará o seguinte para a região Transmontana:
•Destruição do último caminho-de-ferro do distrito de Bragança, o pior de todos em níveis de transportes públicos e mobilidade dos seus habitantes;
•Destruição de olivais e de vinha da Região Demarcada do Douro, directamente por submersão, e indirectamente por uma área mais vasta com o aumento dos níveis de humidade, calor e gases com efeito de estufa;
•Destruição das Caldas de Carlão e de São Lourenço;
•Criação nula de postos de trabalho. Enquanto durar a construção da barragem, esta será maioritariamente suportada por mão-de-obra que não é local mas sim trazida de fora por subempreiteiros, à semelhança de outras obras deste tipo. Concluída a obra, os postos de trabalho desaparecerão da região, sendo a conservação e gestão da barragem feita por uma equipa de técnicos que não são da zona, e a barragem será controlada a partir da Barragem de Bagaúste;
•Serão construídas mais linhas de alta tensão, com todos os problemas de saúde a si associadas;
•Constituirá mais um ponto de fuga de riqueza da região, uma vez que as empresas que vão usufruir da construção e exploração da barragem não são sedeadas em nenhum dos concelhos atravessados pelo Rio e pela Linha do Tua.» (do texto da Petição).
Leia, assine e divulgue a Petição para a «preservação deste património único, a Linha do Tua e o vale onde está inserida, em pleno Douro Vinhateiro, Trás-os-Montes.»
Categoria: POR MONTES E VALES



Do Melhor
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