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(145) UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS - VII

Quercus suber I - 4 meses - Cascais, PortugalQuercus suber I - 5 meses - Cascais, Portugal

Quercus suber I - detalhe - Cascais, Portugal

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Um dos sobreirinhos (Quercus suber I) foi atacado por cochonilha-algodão e está com aspecto de seco. No entanto, na zona de excisão de algumas folhas que lhe caíram, pode verificar-se que ainda está vivo. Penso que conseguirá resistir.
Como ultimamente o crescimento tem sido mais lento, optei por fazer registos mensais em vez de semanais. O número de meses refere-se à data da sementeira: 15 Janeiro 2008.
Quercus suber, família Fagaceae. Cascais.

Quercus suber II - 4 meses - Cascais, PortugalQuercus suber II - 5 meses - Cascais, Portugal

Categoria: UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS

(144) POMBOS NAS ÁRVORES

Pombo urbano sobre Lódão-bastardo, Cascais - Portugal

Pombo urbano sobre Lódão-bastardo, Cascais - Portugal

Os pombos urbanos, descendentes dos Pombos-da-rocha (Columba livia), demonstram uma capacidade notável de adaptação a diferentes tipos de ambientes e dietas. Aqui, sobre um Lódão-bastardo (Celtis australis), de cujas bagas se alimentam - embora ainda estejam verdes!
Finais de Abril, Cascais.
A ver também, o postal (75) Os Sobreviventes.

Categoria: NATURALMENTE

(143) O TULIPEIRO

Árvore vigorosa, de grande porte, originária do Leste da América-do-Norte. É particularmente ornamental pelas suas folhas características (troncado-chanfradas: parece que foram cortadas na extremidade) e grandes flores solitárias em forma de taça, de cor amarelo-esverdeado com manchas cor-de-laranja vivo.

Tulipeiro (Liriodendron tulipifera) em flor, Coimbra - Portugal

Tulipeiro (Liriodendron tulipifera) em flor, Coimbra - Portugal

Flor de Tulipeiro (Liriodendron tulipifera), Coimbra - Portugal

Tulipeiro-da-Virgínia - Liriodendron tulipifera, família Magnoliaceae. Jardim Botânico de Coimbra, final de Maio.

Categoria: A ÁRVORE

(142) A GENEROSIDADE NATURAL DE UMA TREPADEIRA

Coberta de flores, a Campsis radicans (Bignoniaceae), é uma dádiva de beleza e exuberância!

Campsis radicans em flor, Cascais - Portugal

Campsis radicans em flor, Cascais - Portugal

[em Cascais, princípio de Junho].

Os homens das cidades afastam-se cada vez mais da Natureza.
E, quanto mais se afastam, mais perdem também em generosidade e em beleza.

Categoria: FLORA E VEGETAÇÃO

(141) MUITO CALOR

Wind-surf na praia de Monte Gordo, Algarve-1

Wind-surf na praia de Monte Gordo, Algarve-2

Wind-surf na praia de Monte Gordo, Algarve.

Categoria: O LITORAL

(140) VÉSPERA DE SANTO ANTÓNIO

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SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES

[...] Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe! Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, ou poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo os devoram e comem?
Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres, é que
[...] o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come; e isto é o que padecem os pequenos. São o pão quotidiano dos grandes; e assim como o pão se come com tudo, assim com tudo e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem:
Qui devorant plebem meam, ut cibum panis.
Parece-vos bem isto, peixes?
[...]

Padre António Vieira, Sermão de Santo António aos Peixes, IV (proferido em 1654 em S. Luís do Maranhão - Brasil).
[ler excerto alargado]

NOTA: A imagem desta nota foi daqui levada (e publicada a 13 Junho 2008 - depois de manipulada), no blogue we have kaos in the garden.
Por isso, a imagem que aqui coloquei originalmente - que não tinha «carimbo» d' A Imagem da Paisagem - foi substituída a 14 Junho 2008, 10:50 h.

Categoria: OUTRAS IMAGENS

(139) O TRATADO DE LISBOA

- É REFERENDADO AMANHÃ, NA IRLANDA (o único País com direito a dizer sim ou não).

Entre outras coisas interessantes, o Tratado de Lisboa anula a soberania dos Países membros e reintroduz a pena de morte.
Dois vídeos que explicam um pouco mais daquilo que este Tratado realmente significa:

1- Um Euro-deputado (MEP) dinamarquês expõe...

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2 - O fim das Nações na União Europeia...

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NOTA: A petição europeia IRISH FRIENDS VOTE NO FOR ME (sediada em Dublin, na Irlanda) recolheu até agora (desde 12 Maio, ou seja, no tempo de um mês) 20 865 assinaturas, de 26 Estados membros.

ADITAMENTO: Às 00:00 horas de 12 de Junho, 21 242 assinaturas.

Os nossos ministros do trabalho aprovaram EM CONJUNTO a ESCRAVATURA do Mundo Novo (65 horas de trabalho por semana!) na Europa. E, no entanto, são membros soberanos ELEITOS em países soberanos, com leis soberanas. Portanto, podemos facilmente antever o que eles serão capazes de aprovar se chegarem a constituir um ÚNICO GOVERNO NÃO ELEITO numa Europa sem países, como o Tratado de Lisboa institui.
É uma grande responsabilidade que estamos a pôr nos ombros dos Irlandeses, mas é também a maneira que nos resta para defender a nossa liberdade e democracia.

IRISH FRIENDS PLEASE VOTE NO FOR ME, FOR YOU, FOR US!

RESULTADOS, 13 de Junho: 53,4% dos Irlandeses disseram que NÃO! GOD BLESS IRELAND!

VEJAM ISTO POR FAVOR: TRATADO DE LISBOA REINTRODUZ A PENA DE MORTE NA EUROPA
E AINDA ISTO: ALERTA VERMELHO!!!: A "UE" ENCONTRA-SE EM MÃOS ALHEIAS!
[No separador Internacional, com o título «Caiu a máscara da UE?»]

Categoria: OUTRAS IMAGENS

(138) HERÓIS DO MAR

10 DE JUNHO - DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

Porque a natural condiçom dos Portugueses é nunca escreverem cousa que façam, sendo dinas de grande memória, muitos e mui grandes feitos de guerra, paz e vertudes, de ciência, manhas e gentileza sam esquecidos.
Garcia de Resende, Prólogo do Cancioneiro Geral. 1516.

Detalhe do Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Detalhe do Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa.

Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.

[...]
Esta é a ditosa pátria minha amada [...].
Luis de Camões, Os Lusíadas. Canto Terceiro, XX e XXI. Apresentado a D. Sebastião em 1570?, publicado em 1572.
[Ler versão integral das estrofes]

Detalhe do Pavimento junto ao Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Pavimento junto ao Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Pavimento em frente ao Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa.

Fazei Senhor que a paz seja de todos
Dai-nos a paz que nasce da verdade
Dai-nos a paz que nasce da justiça
Dai-nos a paz chamada liberdade
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos.
A paz sem vencedor e sem vencidos

Sophia de Mello Breyner Andresen, Dual. 1972. [Ler versão integral]

10 DE JUNHO - Para comemorar em liberdade (verdade, justiça e paz, infelizmente não tanto), enquanto podemos! Porque, se o Tratado de Lisboa 'passar' no referendo irlandês, qualquer dia os senhores (NÃO ELEITOS - nunca é demais sublinhar) de Bruxelas acabam com tudo o que é Nacional: deixa de haver Hino Nacional, História Nacional, Selecção Nacional - e PORTUGAL passa realmente a ser apenas (então sim!) a Costa Oeste da 'Europe'...

Categoria: O PATRIMÓNIO

UM POR MIL - 4

O postal preferido dos visitantes 3001 a 4000:

(97) OS VULCÕES DE ÁGUA DA EXPO '98

Surpresa e encanto - os Vulcões de Água constituíram uma das grandes atracções da Alameda dos Oceanos, há dez anos atrás, ao tempo da Expo '98.

Vulcão de água na Alameda dos Oceanos, Expo '98, Lisboa - Portugal

Alameda dos Oceanos e vulcão de água na Expo '98, Lisboa - Portugal

Alameda dos Oceanos, Expo '98 (actual Parque das Nações) - Lisboa.

NOTA: A ver também, uma bela colecção de fotografias de Dias dos Reis.

[Originalmente publicado a 9 Abril 2008, na Categoria: A ÁGUA].

(137) JANELAS EBORENSES

Janela manuelina da Casa de Garcia de Resende, Évora - Portugal

Casa de Garcia de Resende (Monumento Nacional) - janela geminada em «estilo manuelino-mudejar, de mármore e granito, com arcos de ferradura, envolvidos por outro polilobado, de toros encordoados e decoração exótica.»
(Túlio Espanca, Évora Arte e História, 1980)

Janela do coro e brasão da Igreja da Misericórdia, Évora - Portugal

Igreja da Misericórdia (Imóvel de Interesse Público) - janela do coro, centrada sobre o frontão do portal. «O portal, do estilo rococó, com as armas reais, de mármore branco, foi executado pelo canteiro calipolense Gregório das Neves, em 1765.»
(Idem, ibidem)

Categoria: PORTAS E JANELAS