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Categoria: versão transcrita: DOCUMENTOS

Documento: HISTÓRIA E ARQUITECTURA DO SOLAR DOS ZAGALLOS

am.ma 07/12/0000 @ 00:00

[Complemento do postal O SOLAR DOS ZAGALLOS, 7 Dezembro 2008].

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Este artigo está publicada no portal da Câmara Municipal de Almada, do qual é propriedade e responsabilidade (texto e imagens).
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação à página do artigo online, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço é - http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/CMA/CONHECER_ALMADA/ - e o artigo está publicado no separador Espaços Culturais, item Solar dos Zagallos.

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Espaços Culturais » Solar dos Zagallos » História e Arquitectura

Solar dos Zagallos - História e Arquitectura

História

213cma_zagallos1.jpegComo a própria designação indicia, o Solar dos Zagallos foi mandado erguer pelos Zagallos, uma família oriunda de Reguengos de Monsaraz que chegou a esta região no reinado de D. João II.
Foi no Solar dos Zagallos que durante a época da usurpação miguelista esteve aquartelado o 1º Batalhão do Regimento nº 5 da infantaria miguelista.
Inicialmente casa agrícola, o Solar foi vendido em 1921 a António Piano. De origem italiana, a família Piano transformou o local num espaço residencial e de lazer, desconhecendo-se contudo a época de ocupação efectiva.
213cma_zagallos2.jpeg As capelas existentes na propriedade terão contribuído largamente para a importância do lugar, principalmente em termos de ligação com as festas populares tradicionais da região.
Um exemplo paradigmático da importância histórica do Solar em termos de enquadramento na zona de que se faz parte, reside precisamente no facto de, até ao primeiro quartel do século XX, à capela de S. António do Caiado concorrerem anualmente por altura das festas (Setembro e Outubro) gentes de todo o concelho.
Em 1982 o Solar foi adquirido pela Câmara Municipal de Almada. O edifício encontrava-se em adiantado estado de envelhecimento, ameaçando colapso em algumas partes.Na
sequência foi objecto de obras de recuperação, remodelação e restauro. 213cma_zagallos3.jpeg

Arquitectura

Também conhecido por Quinta dos Pianos, o Solar é uma casa apalaçada de primeiro andar com pátio de entrada, escadaria de acesso aos dois salões nobres (construídos para receber o rei D. João VI). Possui um excelente jardim, onde se destacam a alameda e os bancos forrados a azulejos.
O Solar sofreu diversas intervenções nos séculos XVIII, XIX e XX, conservando um vasto espólio em termos de painéis de azulejaria nos corredores, nas capelas e no pátio, 213cma_zagallos4.jpeg
abarcando três séculos da história do azulejo em Portugal.
A capela de Santo António da Sobreda apresenta um altar retabular de talha dourada em sarcófago, cobertura em abóbada de berço e um importante acervo de azulejos composto por dez painéis, oito dos quais historiam os principais milagres de Santo António.
O Solar dos Zagallos caracteriza-se por uma arquitectura civil e religiosa, com elementos do barroco, rococó, pombalino neoclássico e do modernismo.

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Documento: NÍVEIS DE CO2 NA ATMOSFERA

am.ma 24/10/0000 @ 00:00

[Complemento do postal SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA ACTUAIS DO NÚMERO 350, 23 Outubro 2009].

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Esta notícia foi publicada no portal da Naturlink - a Ligação à Natureza, do qual é propriedade e responsabilidade, a 13 Out 2009.
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O endereço desta notícia da Naturlink é

- http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20 [and] cid=10096 [and] bl=1

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Homepage » Notícias » Notícias » Os níveis actuais de CO2 ocorreram pela última vez na história há 15 milhões de anos

A concentração atmosférica de CO2 tem variado entre 180ppm e 280ppm e o nível de 400ppm que será atingido daqui a uma década foi registado pela última vez há 15 milhões anos numa altura em que a camada de gelo sobre a Antárctida não existia e o nível do mar era 25-40m mais elevado.

A variação da concentração de CO2 na atmosfera está bem documentada nos últimos 800 000 anos, tendo sido descrita através da análise das camadas de gelo acumulado na Antárctida, o mesmo não acontecendo com o passado mais remoto, até há 20 milhões de anos atrás.

No entanto cientistas americanos da UCLA desenvolveram um método de estimação da concentração atmosférica de CO2 no início do Miocénico extrapolando a partir do pH da água do mar. O cálculo implica a determinação do pH com base na razão entre o boro e o cálcio acumulados nos fósseis de conchas de pequenos organismos marinhos denominados foraminíferos, acumulados sob o fundo oceânico do Pacífico.

Utilizando a metodologia agora desenvolvida, os autores concluíram que a concentração atmosférica de CO2 no início do Miocénico era de 400ppm antes de começar a diminuir há 14 milhões de anos, o que permitiu a formação da camada de gelo sobre a Antárctida e da massa de gelo sobre o mar no Árctico. Por outro lado, nos últimos milhões de anos as concentrações do principal gás com efeito de estufa mantiveram-se bastante mais baixas variando entre 180ppm e 280ppm consoante se vivia uma era glacial ou um período interglacial.

Actualmente, devido às emissões com origem antropogénica, o nível de CO2 atmosférico aproxima-se dos 400ppm, valor que se atingirá daqui a uma década. De acordo com o estudo agora publicado na Science, a última vez que se registaram valores de CO2 da ordem dos actuais não existia camada de gelo sobre a Antárctida, o nível do mar era 25-40m mais elevado do que actualmente e a temperatura era 3 a 6ºC superior aos níveis actuais.

Segundo Aradhna Tripati, que liderou o estudo agora publicado, «O dióxido de carbono é um potente gás de efeito com efeito de estufa, e as observações geológicas de que dispomos dos últimos 20 milhões de anos apontam para que o CO2 seja um agente importante no condicionamento das alterações do clima ao longo da história da Terra.»

A investigadora explica que, embora os resultados do estudo não impliquem que ao atingir-se a concentração atmosférica de CO2 de 400ppm o nível do mar subirá consideravelmente e de forma abrupta, a manutenção de níveis desta dimensão numa escala de tempo longa pode produzir estas alterações. E a investigadora acrescenta: «Creio que deveríamos usar os nossos conhecimentos sobre a física das Alterações Climáticas no passado para nos prepararmos para o futuro.»

O nível crítico de CO2 atmosférico a partir do qual são de esperar importantes alterações que incluem o degelo ainda hoje é controverso. O valor de 450ppm tem sido frequentemente tomado como meta a nível internacional – a Agência Internacional de Energia calculou que a concentração atmosférica de CO2 atingirá um pico de 512ppm antes de declinar, estabilizando por volta dos 450ppm. No entanto, segundo Jonathan Overpeck, que participou na coordenação da última publicação do Painel Internacional para as Alterações Climáticas o valor crítico «pode ser inferior a 450 ppm, embora provavelmente seja superior – não necessariamente muito superior – a 450ppm».

Fontes: news.bbc.co.uk e europapress.es

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Filipa Alves - Naturlink, 13 Outubro 2009.

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A Imagem da Paisagem, 24 Outubro 2009.

Documento: DECLARAÇÃO DA CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO PARA O AMBIENTE

am.ma 25/07/0000 @ 00:00

[Complemento do postal DECLARAÇÃO DO AMBIENTE, 22 Janeiro 2008].

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Esta declaração foi publicada no portal da UNEP - United Nations Environment Programme, do qual é propriedade e responsabilidade, a 16 Jun 1972.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação às páginas de notícias, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço desta página no portal da UNEP é:

- http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=97 [and] articleID=1503

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Declaration of the United Nations Conference on the Human Environment

The United Nations Conference on the Human Environment, having met at Stockholm from 5 to 16 June 1972, having considered the need for a common outlook and for common principles to inspire and guide the peoples of the world in the preservation and enhancement of the human environment,

Proclaims that:

1. Man is both creature and moulder of his environment, which gives him physical sustenance and affords him the opportunity for intellectual, moral, social and spiritual growth. In the long and tortuous evolution of the human race on this planet a stage has been reached when, through the rapid acceleration of science and technology, man has acquired the power to transform his environment in countless ways and on an unprecedented scale. Both aspects of man's environment, the natural and the man-made, are essential to his well-being and to the enjoyment of basic human rights the right to life itself.

2. The protection and improvement of the human environment is a major issue which affects the well-being of peoples and economic development throughout the world; it is the urgent desire of the peoples of the whole world and the duty of all Governments.

3. Man has constantly to sum up experience and go on discovering, inventing, creating and advancing. In our time, man's capability to transform his surroundings, if used wisely, can bring to all peoples the benefits of development and the opportunity to enhance the quality of life. Wrongly or heedlessly applied, the same power can do incalculable harm to human beings and the human environment. We see around us growing evidence of man-made harm in many regions of the earth: dangerous levels of pollution in water, air, earth and living beings; major and undesirable disturbances to the ecological balance of the biosphere; destruction and depletion of irreplaceable resources; and gross deficiencies, harmful to the physical, mental and social health of man, in the man-made environment, particularly in the living and working environment.

4. In the developing countries most of the environmental problems are caused by under-development. Millions continue to live far below the minimum levels required for a decent human existence, deprived of adequate food and clothing, shelter and education, health and sanitation. Therefore, the developing countries must direct their efforts to development, bearing in mind their priorities and the need to safeguard and improve the environment. For the same purpose, the industrialized countries should make efforts to reduce the gap themselves and the developing countries. In the industrialized countries, environmental problems are generally related to industrialization and technological development.

5. The natural growth of population continuously presents problems for the preservation of the environment, and adequate policies and measures should be adopted, as appropriate, to face these problems. Of all things in the world, people are the most precious. It is the people that propel social progress, create social wealth, develop science and technology and, through their hard work, continuously transform the human environment. Along with social progress and the advance of production, science and technology, the capability of man to improve the environment increases with each passing day.

6. A point has been reached in history when we must shape our actions throughout the world with a more prudent care for their environmental consequences. Through ignorance or indifference we can do massive and irreversible harm to the earthly environment on which our life and well being depend. Conversely, through fuller knowledge and wiser action, we can achieve for ourselves and our posterity a better life in an environment more in keeping with human needs and hopes. There are broad vistas for the enhancement of environmental quality and the creation of a good life. What is needed is an enthusiastic but calm state of mind and intense but orderly work. For the purpose of attaining freedom in the world of nature, man must use knowledge to build, in collaboration with nature, a better environment. To defend and improve the human environment for present and future generations has become an imperative goal for mankind-a goal to be pursued together with, and in harmony with, the established and fundamental goals of peace and of worldwide economic and social development.

7. To achieve this environmental goal will demand the acceptance of responsibility by citizens and communities and by enterprises and institutions at every level, all sharing equitably in common efforts. Individuals in all walks of life as well as organizations in many fields, by their values and the sum of their actions, will shape the world environment of the future.

Local and national governments will bear the greatest burden for large-scale environmental policy and action within their jurisdictions. International cooperation is also needed in order to raise resources to support the developing countries in carrying out their responsibilities in this field. A growing class of environmental problems, because they are regional or global in extent or because they affect the common international realm, will require extensive cooperation among nations and action by international organizations in the common interest.

The Conference calls upon Governments and peoples to exert common efforts for the preservation and improvement of the human environment, for the benefit of all the people and for their posterity.

Principles

States the common conviction that:

Principle 1

Man has the fundamental right to freedom, equality and adequate conditions of life, in an environment of a quality that permits a life of dignity and well-being, and he bears a solemn responsibility to protect and improve the environment for present and future generations. In this respect, policies promoting or perpetuating apartheid, racial segregation, discrimination, colonial and other forms of oppression and foreign domination stand condemned and must be eliminated.

Principle 2

The natural resources of the earth, including the air, water, land, flora and fauna and especially representative samples of natural ecosystems, must be safeguarded for the benefit of present and future generations through careful planning or management, as appropriate.

Principle 3

The capacity of the earth to produce vital renewable resources must be maintained and, wherever practicable, restored or improved.

Principle 4

Man has a special responsibility to safeguard and wisely manage the heritage of wildlife and its habitat, which are now gravely imperilled by a combination of adverse factors. Nature conservation, including wildlife, must therefore receive importance in planning for economic development.

Principle 5

The non-renewable resources of the earth must be employed in such a way as to guard against the danger of their future exhaustion and to ensure that benefits from such employment are shared by all mankind.

Principle 6

The discharge of toxic substances or of other substances and the release of heat, in such quantities or concentrations as to exceed the capacity of the environment to render them harmless, must be halted in order to ensure that serious or irreversible damage is not inflicted upon ecosystems. The just struggle of the peoples of ill countries against pollution should be supported.

Principle 7

States shall take all possible steps to prevent pollution of the seas by substances that are liable to create hazards to human health, to harm living resources and marine life, to damage amenities or to interfere with other legitimate uses of the sea.

Principle 8

Economic and social development is essential for ensuring a favorable living and working environment for man and for creating conditions on earth that are necessary for the improvement of the quality of life.

Principle 9

Environmental deficiencies generated by the conditions of under-development and natural disasters pose grave problems and can best be remedied by accelerated development through the transfer of substantial quantities of financial and technological assistance as a supplement to the domestic effort of the developing countries and such timely assistance as may be required.

Principle 10

For the developing countries, stability of prices and adequate earnings for primary commodities and raw materials are essential to environmental management, since economic factors as well as ecological processes must be taken into account.

Principle 11

The environmental policies of all States should enhance and not adversely affect the present or future development potential of developing countries, nor should they hamper the attainment

of better living conditions for all, and appropriate steps should be taken by States and international organizations with a view to reaching agreement on meeting the possible national and international economic consequences resulting from the application of environmental measures.

Principle 12

Resources should be made available to preserve and improve the environment, taking into account the circumstances and particular requirements of developing countries and any costs which may emanate- from their incorporating environmental safeguards into their development planning and the need for making available to them, upon their request, additional international technical and financial assistance for this purpose.

Principle 13

In order to achieve a more rational management of resources and thus to improve the environment, States should adopt an integrated and coordinated approach to their development planning so as to ensure that development is compatible with the need to protect and improve environment for the benefit of their population.

Principle 14

Rational planning constitutes an essential tool for reconciling any conflict between the needs of development and the need to protect and improve the environment.

Principle 15

Planning must be applied to human settlements and urbanization with a view to avoiding adverse effects on the environment and obtaining maximum social, economic and environmental benefits for all. In this respect projects which arc designed for colonialist and racist domination must be abandoned.

Principle 16

Demographic policies which are without prejudice to basic human rights and which are deemed appropriate by Governments concerned should be applied in those regions where the rate of population growth or excessive population concentrations are likely to have adverse effects on the environment of the human environment and impede development.

Principle 17

Appropriate national institutions must be entrusted with the task of planning, managing or controlling the 9 environmental resources of States with a view to enhancing environmental quality.

Principle 18

Science and technology, as part of their contribution to economic and social development, must be applied to the identification, avoidance and control of environmental risks and the solution of environmental problems and for the common good of mankind.

Principle 19

Education in environmental matters, for the younger generation as well as adults, giving due consideration to the underprivileged, is essential in order to broaden the basis for an enlightened opinion and responsible conduct by individuals, enterprises and communities in protecting and improving the environment in its full human dimension. It is also essential that mass media of communications avoid contributing to the deterioration of the environment, but, on the contrary, disseminates information of an educational nature on the need to project and improve the environment in order to enable mal to develop in every respect.

Principle 20

Scientific research and development in the context of environmental problems, both national and multinational, must be promoted in all countries, especially the developing countries. In this connection, the free flow of up-to-date scientific information and transfer of experience must be supported and assisted, to facilitate the solution of environmental problems; environmental technologies should be made available to developing countries on terms which would encourage their wide dissemination without constituting an economic burden on the developing countries.

Principle 21

States have, in accordance with the Charter of the United Nations and the principles of international law, the sovereign right to exploit their own resources pursuant to their own environmental policies, and the responsibility to ensure that activities within their jurisdiction or control do not cause damage to the environment of other States or of areas beyond the limits of national jurisdiction.

Principle 22

States shall cooperate to develop further the international law regarding liability and compensation for the victims of pollution and other environmental damage caused by activities within the jurisdiction or control of such States to areas beyond their jurisdiction.

Principle 23

Without prejudice to such criteria as may be agreed upon by the international community, or to standards which will have to be determined nationally, it will be essential in all cases to consider the systems of values prevailing in each country, and the extent of the applicability of standards which are valid for the most advanced countries but which may be inappropriate and of unwarranted social cost for the developing countries.

Principle 24

International matters concerning the protection and improvement of the environment should be handled in a cooperative spirit by all countries, big and small, on an equal footing.

Cooperation through multilateral or bilateral arrangements or other appropriate means is essential to effectively control, prevent, reduce and eliminate adverse environmental effects resulting from activities conducted in all spheres, in such a way that due account is taken of the sovereignty and interests of all States.

Principle 25

States shall ensure that international organizations play a coordinated, efficient and dynamic role for the protection and improvement of the environment.

Principle 26

Man and his environment must be spared the effects of nuclear weapons and all other means of mass destruction. States must strive to reach prompt agreement, in the relevant international organs, on the elimination and complete destruction of such weapons.

21st plenary meeting

16 June 1972

Chapter 11

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A Imagem da Paisagem, 25 Julho 2009.

Documento: A CAMPANHA DA EDP SOBRE AS BARRAGENS

am.ma 25/05/0000 @ 00:00

[Complemento do postal AS BARRAGENS DA EDP, 25 Maio 2009].

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Este comunicado foi publicado no portal da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, do qual é propriedade e responsabilidade (texto e imagens), a 30 Abril 2009.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação à página do comunicado, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço da área de comunicados da Quercus é -  http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=567

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Comunicados » Campanha da EDP subverte realidade sobre Barragens

Ambientalistas e Especialistas em Ambiente pedem à EDP a sua suspensão

A campanha de comunicação da EDP, amplamente divulgada nos mais diversos órgãos de comunicação social, está a escandalizar as Organizações Não Governamentais de Ambiente e inúmeras individualidades ligadas à conservação da natureza. Esta campanha associa erradamente as barragens à protecção da biodiversidade, quando na verdade a sua construção significa uma forte ameaça tanto às populações humanas como às espécies silvestres, não só as referidas na própria campanha - aves rupícolas, peixes, lobos, morcegos e flora – mas todas as constantes da biodiversidade específica de cada habitat.

A EDP iniciou no passado dia 24 de Abril uma campanha de comunicação subordinada ao tema “Quando projectamos uma barragem projectamos um futuro melhor”, que está a ser amplamente divulgada em vários meios nomeadamente televisão, imprensa, rádio e Internet, passando a ideia errada de que as barragens constituem uma forma de protecção da biodiversidade. As Organizações Não Governamentais de Ambiente portuguesas estão escandalizadas com esta campanha que claramente tenta branquear os inúmeros impactes ambientais fortemente negativos e irreversíveis associados à construção das barragens.

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Na verdade, a construção de barragens, como a que está em curso no rio Sabor ou a projectada para a foz do rio Tua, resulta numa alteração dramática das condições naturais dos cursos de água e na eliminação directa de extensas áreas de vegetação autóctone e de habitats terrestres e fluviais que são o suporte de vida para uma grande diversidade de espécies da fauna, nomeadamente para as próprias aves rupícolas, os peixes, o lobo e os morcegos referidos na campanha da EDP.

Não obstante as medidas impostas à EDP para tentar minimizar ou compensar parte dos danos ambientais provocados pela construção de barragens, o balanço final é negativo para a biodiversidade e gestão sustentável dos recursos hídricos, pelo que esta campanha de desinformação não reflecte minimamente a realidade. Para quem conhece o efeito arrasador das grandes barragens do ponto de vista ambiental, social e económico, a projecção das imagens de espécies e paisagens emblemáticas sobre o paredão de uma barragem, na sua maioria captadas em rios não represados, só poderá simbolizar os fantasmas das vidas destruídas em consequência da sua construção.

É ainda fundamental chamar a atenção que as grandes barragens são uma forma cara e ineficaz de resolver as necessidades energéticas do País. Com o mesmo investimento previsto para o Programa Nacional de Barragens, seria possível pôr em prática medidas de uso eficiente da energia que, sem perda de funcionalidade ou conforto, permitiriam poupar cerca de CINCO VEZES MAIS ELECTRICIDADE do que a produção das barragens propostas.

Assim, as Associações signatárias esperam que a EDP, em respeito pela verdade e transparência, retire esta campanha enganadora. Os milhões de euros gastos em campanhas deste tipo seriam certamente melhor empregues na promoção da eficiência energética, de que o País necessita muito mais que de barragens.

Lisboa, 30 de Abril de 2009

Plataforma Sabor Livre, FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens), GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Protecção da Natureza), QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves).

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A Imagem da Paisagem, 25 Maio 2009.

Documento: SISMOS - MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO

am.ma 08/04/0000 @ 00:00

[Complemento do postal O QUE FAZER EM CASO DE SISMO, 8 Abril 2009].

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Estas notas estão incluídas no trabalho OS SISMOS E A GESTÃO DA EMERGÊNCIA - LISBOA, patrocinado pela Comissão Europeia, pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e pela Companhia de Seguros Bonança, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa: CD multimédia editado em 1995, da autoria de Isabel Pais, Paula Teves Costa, Carlos Sousa Oliveira e João Themudo Cabral.
Pelo facto de esta informação ser considerada de extrema importância e relevância, apresenta-se aqui a transcrição parcial do capítulo MEDIDAS PREVENTIVAS - Medidas de Autoprotecção e Conselhos Práticos [face a uma eventual ocorrência sísmica].

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OS SISMOS E A GESTÃO DA EMERGÊNCIA - LISBOA » Medidas Preventivas » Medidas de Autoprotecção e Conselhos Práticos

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ANTES:

- Liberte os corredores, escadas e patamares da sua casa, de forma a facilitar os movimentos em caso de sismo, arrumando os móveis, brinquedos, etc..
- Fixe as estantes, botijas de gás, vasos e floreiras às paredes.
- Coloque os objectos pesados ou de grande volume no chão ou nas prateleiras mais baixas.
- Prepare a sua casa e a sua família: elabore um Plano de Emergência Familiar.
- Na sua escola ou local de trabalho, fale com colegas e responsáveis sobre os efeitos de um eventual sismo e das principais atitudes  e procedimentos a tomar, se um sismo ocorrer. Promova a elaboração de um Plano de Emergência Interno para a sua escola ou local de trabalho.

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DURANTE:

Se está em casa ou dentro de um edifício:

- Se estiver num dos andares superiores de um edifício, não se precipite para as escadas. Abrigue-se no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou de uma cama. Nunca utilize os elevadores.
- Mantenha-se afastado de janelas, espelhos ou chaminés. Tenha cuidado com a queda de objectos, candeeiros ou móveis.
- Se estiver no rés-do-chão de um edifício e a rua for suficientemente larga (por exemplo,  mais larga do que a altura dos edifícios), saia de casa calmamente e caminhe para um local aberto, sempre pelo meio da rua.

Se está na rua:

- Dirija-se para um local aberto, com calma e serenidade.
- Enquanto durar  o sismo, não vá para casa.
- Mantenha-se afastado dos edifícios, sobretudo dos velhos, altos ou isolados, e dos postes de electricidade ou outros objectos que lhe possam cair em cima.
- Afaste-se de taludes, arribas junto à costa ou muros que possam desabar.

Se está num local com grande concentração de população (escola, edifício de escritórios, loja ou casa de espectáculos):

- Não se precipite para as saídas. As escadas e as portas são pontos que facilmente se enchem de escombros e podem ficar obstruídos com as pessoas tentando deixar o edifício.
- Nas fábricas, mantenha-se afastado das máquinas, que podem tombar ou deslizar pelo chão.
- Fique dentro do edifício até o sismo cessar. Saia depois calmamente, tomando atenção a paredes, chaminés, candeeiros fios eléctricos e outros objectos  em risco de cair.

Se vai a conduzir:

- Pare a viatura longe de edifícios, muros, taludes, postes e cabos de alta tensão e permaneça dentro dela.

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DEPOIS:

Após os primeiros minutos:

- Mantenha a calma. Conte com a ocorrência de uma possível réplica.
- Não se precipite para a escada ou para as saídas.
- Não fume, nem acenda fósforos nem isqueiros. Pode haver fugas de gás ou curto-circuitos. Utilize lanterna a pilhas.
- Corte a água e o gás, desligue a electricidade.
- Calce sapatos e proteja a cabeça e a cara, com um casaco ou uma manta, e prepare agasalhos, se o tempo o aconselhar.
- Verifique se há feridos e preste os primeiros socorros, se souber. Se houver feridos graves, não os remova, a menos que corram perigo.
- Ligue o transistor e cumpra as recomendações que ouvir pela rádio.

... E AINDA:
- Limpe os produtos inflamáveis que se tenham derramado (álcool, tintas, etc.).
- Se puder, solte os animais domésticos. Eles tratarão de si próprios.
- Afaste-se das praias e das margens baixas dos rios. Pode ocorrer uma onda gigante (Tsunami).

Nas horas seguintes:

-Mantenha a calma e cumpra as instruções que a rádio difundir. Esteja preparado para outros abalos.
- Se encontrar feridos, chame as equipas de socorro para promover a sua evacuação.
- Se houver pessoas soterradas, informe as equipas de salvamento.
- Evite passar por onde haja fios eléctricos soltos e tocar em objectos metálicos em contacto com eles.
- Não beba água dos recipientes abertos, sem a ter examinado e filtrado por coador, filtro ou simples pano lavado.
- Não utilize o telefone, excepto em caso de emergência (feridos graves, fuga de gás, incêndio, etc.).
- Não propague boatos ou notícias não confirmadas.

... E AINDA:
- Se a sua casa está muito danificada, terá que a abandonar. Reuna os recipientes de água, os alimentos e os medicamentos vulgares e especiais (cardíacos, diabéticos, etc.).
- Não reocupe os edifícios com grandes estragos, nem se aproxime das estruturas danificadas.
- Corresponda aos apelos que forem divulgados e, se possível, colabore com as equipas de socorro.
- Não circule pelas ruas para observar o que aconteceu. Liberte-as para as viaturas de socorro.

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A Imagem da Paisagem, 8 Abril 2009.

Documento: sobre a CONVENÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS LUSO-ESPANHOLAS

am.ma 20/03/0000 @ 12:20

[Complemento do postal ÁGUAS PARTILHADAS - O RIO MINHO INTERNACIONAL, 20 Março 2009].

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Este comunicado foi publicado no portal da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, do qual é propriedade e responsabilidade, a 28 Nov 2008.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação às páginas dos comunicados, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço deste comunicado no portal da Quercus é:

- http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=567 [and] articleID=2627

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Comunicados » 30 de Novembro: Dez anos da Convenção de Albufeira: ainda há tanto para fazer…

Quercus faz balanço de 10 anos após a assinatura da Convenção das Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas

No dia 30 de Novembro, domingo, faz 10 anos que a Convenção sobre Cooperação para a Protecção e o Aproveitamento Sustentável das Águas das Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas foi assinada.´Após uma década, a Quercus considera que é tempo de reflectir sobre os avanços e recuos da aplicação do acordo que regula a partilha das bacias hidrográficas internacionais e apelar para a necessidade urgente de cumprir todas as disposições do acordo.

Transparência e partilha de informação

A permuta de informação é uma disposição fundamental da Convenção, que estabelece que as partes devem proceder a troca de informação, de forma regular e sistemática, sobre a gestão das bacias hidrográficas e sobre as actividades susceptíveis de causar impactes transfronteiriços, para além de terem que disponibilizar informação ao público.

A página de internet da Convenção (www.cadc-albufeira.org) entrou em funcionamento apenas no final de 2007

Ao longo dos anos de 2007 e 2008, as ONGA portuguesas e o público não têm tido acesso a todas as informações relativas a actividades propostas por Espanha com potenciais efeitos na qualidade e disponibilidade de água dos rios ibéricos. Um dos exemplos disso é o caso da Refinaria Balboa, projecto do grupo Gallardo proposto para a Extremadura espanhola, a cerca de 50 km da fronteira portuguesa, cujo processo de consulta pública tem decorrido sem que, de acordo com as informações recolhidas, a parte espanhola tenha disponibilizado até agora a necessária informação detalhada para as organizações não governamentais de ambiente portuguesas se possam pronunciar.

Maior celeridade na aplicação das disposições da Convenção

A Convenção entrou em vigor no ano 2000 e só este ano, na Conferência das Partes realizada em Madrid em Fevereiro de 2008, foram feitas as alterações indispensáveis no regime de caudais, tendo sido definidos caudais trimestrais e semanais para as bacias hidrográficas incluídas na Convenção (Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana), as quais foram aprovadas em Assembleia da República a 14 de Novembro de 2008. O atraso no cumprimento das disposições do acordo prejudica Portugal, localizado a jusante e suportando, por isso, as alterações nos regimes de caudais e na qualidade da água provocadas pela utilização de água na vizinha Espanha. Mesmo assim, os caudais definidos não são ainda os caudais ecológicos inicialmente previstos definir.

Situações de excepção e sanções a incumprimentos

A Convenção Luso-Espanhola prevê a possibilidade de haver um regime de excepção em caso de seca em cada um dos rios internacionais: Guadiana, Tejo, Douro e Minho. A determinação de um regime de excepção baseia-se na precipitação verificada na bacia hidrográfica entre 1 de Outubro do ano anterior (início do ano hidrológico) e determinados meses que variam bacia a bacia devido à sua especificidade climática; quando os níveis de armazenamento nas albufeiras espanholas são reduzidos, Espanha pode não cumprir os caudais estabelecidos. Nestas situações, é fundamental Portugal tomar medidas de contingência que permitam ultrapassar as dificuldades causadas pela diminuição do caudal dos rios internacionais no nosso território, as quais devem ser planeadas atempadamente. Estas medidas que acreditamos já terem sido estudadas, não estão presentes de forma clara em nenhum documento consultável através do sítio internet na Convenção. O incumprimento do disposto na Convenção por ambas as partes deve ser alvo de sanções, as quais devem ser definidas e exigidas.

Qualidade da água

As questões de qualidade da água ficaram infelizmente fora da Convenção remetendo-se para a legislação comunitária a discussão bilateral sobre este assunto.

A Convenção de Albufeira visa ainda a articulação, de ambos os países, no que diz respeito à qualidade da água, de forma a garantir o objectivo de bom estado ecológico de todas as massas de água até 2015, exigido pela Directiva-Quadro da Água (DQA). Até ao momento, e apesar da realização de sessões técnicas como a ocorrida em Abril de 2008, Portugal e Espanha estão em nosso entender atrasados na definição de medidas técnicas, jurídicas, administrativas ou outras relativas ao controlo da poluição de ambos os lados da fronteira.

As consequências de não vir água de Espanha

Os principais problemas da redução de caudais à entrada em Portugal dos rios internacionais são os seguintes:

- redução significativa da produção de hidroelectricidade;
- redução significativa da qualidade da água para os diferentes usos (consumo humano, agricultura e indústria);
- consequências do ponto de vista ecológico, nomeadamente ocorrência de eutrofização (excesso de nutrientes e desenvolvimento de algas tóxicas);
problemas de abastecimento a diversos fins (consumo humano, agricultura e indústria) de acordo com o rio em causa;

De forma mais específica refira-se ainda:

- afectação da quantidade e qualidade nas captações directas ou nos furos nas margens dos rios, exigindo de acordo com o uso maiores necessidades de tratamento, com maiores gastos e pior resultado final;
- redução da qualidade da água nas praias fluviais nos rios internacionais;
- problemas de funcionamento em determinadas indústrias.

A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Lisboa, 28 de Novembro de 2008

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A Imagem da Paisagem, 20 Março 2009.

Documento: O PARQUE ETNOGRÁFICO DO RIO ARNOIA

am.ma 03/03/0000 @ 00:00

[Complemento do postal OS RIOS SÃO NOSSOS IRMÃOS, 3 Março 2008].

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Este artigo está publicada no portal Concello de Allariz, do qual é propriedade e responsabilidade.
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Museos » Parque Etnográfico » O Parque Etnográfico do Río Arnoia

O Parque Etnográfico do río Arnoia

O Parque Etnográfico parte da idea inicial da posta en valor dun conxunto de potenciais, neste caso etnográficos e culturais, para converterse en eixo vertebrador das posteriores actuacións e intervencións relacionadas co turismo de calidade que anteriormente se mencionaba.
O Parque Etnográfico do Río Arnoia nace como resposta a unha idea de recuperación e integración na vida da vila de Allariz, dos elementos do patrimonio etnográfico que aínda subsisten sobre o territorio, pertencentes ás actividades económico-culturais xeradas ó redor do río Arnoia, principalmente o curtido de peles e a transformación de gran de cereal, que forman parte dun pasado relativamente próximo que urxe conservar e dar a coñecer.

O Parque Etnográfico do Río Arnoia está integrado por tres elementos interesantes que son: o Muíño do Burato, o Museo do Tecido “O Fiadeiro” e o Museo do Coiro “Fábrica de Curtidos Familia Nogueiras”. Todos eles son mostras moi representativas do que nun tempo significou o modo de vida e a economía desta zona, claramente ligada ó río Arnoia.

Obxectivos do Parque Etnográfico

Os obxectivos principais do Parque Etnográfico do Rio Arnoia poderíanse resumir nos seguintes:

. A investigación e o estudio pormenorizado da etnografía.
. O acrecentamento do patrimonio etnográfico e a súa defensa a través da promoción do Parque Etnográfico.
. A colaboración e intercambio con institucións e organizacións públicas e privadas para conquerir un mellor desenrolo dos intereses da etnografía.
. Promover a divulgación e coñecemento dos traballos e temas artesanais e etnográficos.
. Fomentar a conservación e perdurabilidade no tempo das técnicas artasanais aínda existentes.
. Contribuir ó enriquecemento cultural e turístico da localidade.

Concello de Allariz
Praza Maior 1. 32660 ALLARIZ (Ourense).

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Documento: O DESASTRE DAS CHEIAS

am.ma 19/02/0000 @ 00:00

[Complemento do postal AS CHEIAS, 19 Fevereiro 2008].

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Este comunicado foi publicado no portal da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, do qual é propriedade e responsabilidade, a 18 Fev 2008.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação às páginas dos comunicados, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço deste comunicado da Quercus é

- http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=567 [and] articleID=2319

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Comunicados » Cheias: um desastre anunciado

Quercus responsabiliza políticas de ordenamento do território

Portugal e a Grande Lisboa viveram hoje um dia de sobressalto na sequência do mau tempo que assolou o Pais. Os acontecimentos que se verificaram na área da Grande Lisboa, decorrentes do mau tempo que se fez sentir durante a noite e grande parte do dia, tornam evidentes as fragilidades da capital e do centro económico do Pais.

Estas fragilidades não se justificam apenas por uma ausência de procedimentos ao nível da limpeza de sarjetas, face a uma situação de precipitação intensa menos habitual. É necessária uma visão mais ampla, profunda e integrada dos efeitos que a Politica de Ordenamento do Território tem tido no Pais.

Desde as últimas décadas, que se verifica uma proliferação das áreas urbanas, alastrando-se em “mancha de óleo”, numa área envolvente a Lisboa que liga já Santarém a Setúbal. Situações como:

- a impermeabilização dos solos;
- a construção sistemática em zonas sensíveis e em leitos de cheia;
- a urbanização caótica e sem critérios;
- a desflorestação;
- o lixo abandonado;
- o entulhamento ou a canalização de pequenos cursos de água;
- a construção de muitos aterros que dificultam o escoamento;

contribuem, significativamente para o agravamento do poder destruidor das cheias.

Desde há muito que a Quercus tem vindo a alertar para estas situações. São exemplos as construções no Vale de Alcântara em Lisboa e na Várzea de Setúbal. Hoje, a Av. de Ceuta sofreu inundações a aluimentos no pavimento e a baixa de Setúbal esteve completamente inundada.

Políticas de Ordenamento do Território cada vez mais permissivas

O governo está a criar um novo enquadramento jurídico do regime da Reserva Ecológica Nacional (REN), instrumento de ordenamento fundamental na prevenção dos riscos naturais mas, ao contrário do que seria de esperar, esta revisão não está a ter como propósito melhorar a defesa dos valores naturais que constituem a estrutura de protecção e estabilidade física e biológica do território. O novo regime da REN parece pretender acima de tudo tornar este instrumento mais vulnerável às investidas da especulação e construção de que já tem sido alvo nos últimos anos.

Paralelamente, estão planeadas grandes infra-estruturas de transportes que terão como consequência potenciar o alastramento do tecido urbano para o interior do Pais. Especialistas já afirmaram a necessidade de um rigoroso controlo das medidas de uso do solo.

A Quercus considera que não se podem de todo menosprezar os impactes das Politicas de Ordenamento do Território as situações que hoje se viveram e considera que são necessárias medidas urgentes para inverter as actuais tendências de expansão urbana.

As consequências da não adopção destas medidas são o que hoje se vislumbrou. Uma capital e o centro económico de um País paralisados, tornados reféns de condições climatéricas.

Lisboa, 18 de Fevereiro do 2008

As Direcções de Núcleos Regionais de Lisboa e de Setubal da Quercus A.N.C.N.

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Documento: PERPETUAR A MEMÓRIA

am.ma 28/01/0000 @ 00:00

[Complemento do postal IN PERPETUAM REI MEMORIAM, 28 Janeiro 2008].

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Esta notícia foi publicada no portal da UNESCO - United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization, do qual é propriedade e responsabilidade, a 15 Jan 2008.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação às páginas de notícias, pelo que se apresenta a sua transcrição.
O endereço desta página no portal da UNESCO é:

-  http://portal.unesco.org/en/ev.php-URL_ID=41607 [and] URL_DO=DO_TOPIC [and] URL_SECTION=201.html

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UNESCO.org » Services » News Service

UNESCO will hold ceremony for International Day of Commemoration to honour the victims of the Holocaust

The Director-General of UNESCO, Koïchiro Matsuura, will take part on 28 January in a commemoration ceremony at Organization Headquarters to honour the victims of the Holocaust. Other notable participants will include Isaac Herzog, Israeli Minister of Social affairs and Welfare and and Minister of the Jewish Diaspora, Society, and the Fight Against Anti-Semitism; Xavier Darcos, French Minister of National Education; and Simone Veil, Honorary President of the French Foundation for the Memory of the Shoah.

The ceremony is organized by UNESCO and the Permanent Delegation of Israel to UNESCO, in partnership with France Télévisions and Yad Vashem, the Israeli-based Holocaust Martyrs' and Heroes' Remembrance Authority, with the support of the Foundation for the Memory of the Shoah. The ceremony held within the framework of the designation by the United Nations’ General Assembly of 27 January, date of the liberation of the Auschwitz death camp, as International Day of Commemoration to honour the victims of the Holocaust.

The ceremony (7 p.m., Room I) with feature addresses by Koïchiro Matsuura; David G. Kornbluth, Permanent Delegate of Israel to UNESCO; Isaac Herzog; Xavier Darcos; David de Rothschild, President of the Foundation for the Memory of the Shoah; Miry Gross, Yad Vashem’s director of relations with French-speaking countries; and Simone Veil. The French Army choir will perform Hebrew songs and Rabbi and Cantor Raphael Cohen will recite the Jewish prayer for the dead.

At 7.45 p.m., after a presentation by France Télévisions’ president Patrick de Carolis, there will be a preview of the film La Résistance face à la Shoah: Quand il fallait sauver les Juifs (the Resistance in face of the Shoah: When Jews had to be saved), the second in a documentary series about the French Resistance, which will be aired on French public television in February.

The exhibition Auschwitz: les profondeurs de l’abîme (Auschwitz: the depth of the abyss) will be opened at 6.30 p.m. It was curated by Yad Vashem drawing on two exceptional eye-witness accounts, an album of 200 photos taken by SS guards in May and June 1944, and a series of sketches by Zinovii Tolkachev, a young Jewish Red Army recruit who entered the Auschwitz camp with the first liberators. The exhibition will remain at UNESCO until 22 February (admission free, Monday to Friday, 10 a.m. - 5 p.m., ID required).

Author(s):Media Advisory N°2008-03
Source:UNESCOPRESS
15-01-2008

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Documento: CASTANHEIRA DO RIBATEJO

am.ma 22/01/0000 @ 00:00

[Complemento do postal CASTANHEIRA DO RIBATEJO, 22 Janeiro 2008].

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Estes comunicados foram publicados no portal da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, do qual são propriedade e responsabilidade, a 11 Jan e 11 Mar 2008.
Por limitações de linguagem html, não é possível inserir directamente uma ligação às páginas dos comunicados, pelo que se apresenta a sua transcrição.
Os endereços destes dois comunicados da Quercus são:

-  http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=567 [and] articleID=2266

-  http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=567 [and] articleID=2348

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Comunicados » Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo

Declaração de Impacte Ambiental favorável é inaceitável

A Quercus e o Movimento Xiradania, organização cívica do concelho de Vila Franca de Xira para defesa dos princípios do desenvolvimento sustentável, vem manifestar a sua apreensão pelo Ministério do Ambiente ter emido a DIA – Declaração de Impacte Ambeintal favorável condionada, para aprovar a localização e construção da Plataforma Logísitica da Castanheira do Ribatejo no concelho de Vila Franca de Xira.

A Quercus e o Movimento Xiradania tinham emitido parecer negativo ao projecto na discussão pública do Estudo de Impacte Ambiental. Entre outras questões destacam-se:
- A falta de estudo de alternativas de localização;
- A destruição de mais de 100 ha dos melhores solos de RAN - Reserva Agricola Nacional;
- A ocupação da zona ameaçada pelas cheias do rio Tejo em RAN - Reserva Ecológica Nacional;
- Risco de contaminação do aquífero muito significativo;
- A suspenção do PDM – Plano Director Municipal de Vila Franca de Xira e do PROTAML – Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa;
- Os diversos impactes ambientais negativos, incluindo impactes cumulativos.

Apesar da própria declaração do governo reconhecer que o projecto terá consequencias negativas substanciais.

Salientamos ainda que uma das justificações de localização desta plataforma seria a proximidade no NAL - Novo Aeroporto de Lisboa na Ota e ontem foi anunciado pelo governo a decisão preliminar de apontar o NAL para o Campo de Tiro de Alcochete.

Lamentamos que este processo de Avaliação de Impacte Ambiental se tenha revelado, mais uma vez, como uma mera formalidade inconsequente para a minimização de impactes ambientais e salvaguarda do Ordenamento do Território.

Dado a gravidade de mais este atentado ao ordenamento do território o Movimento Xiradania e a Quercus ponderam recorrer à via judicial.

Lisboa, 11 de Janeiro de 2008

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Comunicados » Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo

Localização da Plataforma Logística da Castanheira do Ribatejo revela desrespeito pelo Ambiente e Ordenamento do Território

A Quercus e o Movimento Xiradania, vêm manifestar o seu descontentamento pelo lançamento hoje, da primeira pedra da Plataforma Logística da Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira. A Quercus e a Xiradania teriam já emitido o parecer negativo a este projecto na fase de discussão pública do Estudo de Impacte Ambiental.

Entre outras questões destacaram-se:

- A falta de estudo de alternativas de localização;

- A destruição de mais de 100 ha dos melhores solos de RAN - Reserva Agricola Nacional;

- A ocupação da zona ameaçada pelas cheias do rio Tejo em REN - Reserva Ecológica Nacional;

- Risco de contaminação do aquífero muito significativo;

- A suspenção do PDM – Plano Director Municipal de Vila Franca de Xira e do PROTAML – Plano Regional de Ordenamento do Território da área Metropolitana de Lisboa;

- Os diversos impactes ambientais negativos, incluindo impactes cumulativos.

O Ministério do Ambiente emitiu a DIA – Declaração de Impacte Ambiental favorável condionada, apesar da própria declaração reconhecer que o projecto terá consequencias negativas substanciais, onde se pode ler:

“… da avaliação de impacte ambiental efectuada resulta que o presente projecto produz um conjunto de impactes negativos significativos que decorrem das características e dimensões da intervenção, associoados á particularidade do terreno e á sua envolvente próxima, nomeadamente a interferência do projecto com espaços classificados como reserva Ecológica nacional (REN), Reserva Agrícola nacional (RAN) e leito de máxima cheia do rio tejo, e confinantes com espaços naturais de grande sensibilidade, e á existencia de sobrecarga nas redes de infra-estruturas rodoviárias e transportes;”

Salientamos ainda que uma das justificações de localização desta plataforma seria a proximidade no NAL - Novo Aeroporto de Lisboa, já deslocalizado para o Campo de Tiro de Alcochete.

Conclui-se que este processo de Avaliação de Impacte Ambiental se revelou, mais uma vez, uma mera formalidade inconsequente para a minimização de impactes ambientais e salvaguarda do Ordenamento do Território, pelo que a Quercus e o Movimento Xiradania deverão recorrer à via judicial.

Lisboa, 11 de Março de 2008

A Direcção do Núcleo Regional de Lisboa da Quercus

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