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Categoria: variável - AS LUZES DA RIBALTA

(127) TOPIÁRIA RENDILHADA

am.ma 13/05/2008 @ 01:30

- no Jardim da Cascata, Real Quinta de Caxias, em Oeiras.

Topiária no Jardim da Cascata, Oeiras - Portugal

O Paço Real de Caxias tem a sua origem no século XVIII. A construção e o embelezamento da Real Quinta de Caxias (incluindo os jardins) prolongam-se até inícios do século XIX.
(in desdobrável ed. Câmara Municipal de Oeiras)

Categoria: PARQUES E JARDINS

(103) MOSAICOS DE MILREU

am.ma 16/04/2008 @ 00:16

As Ruínas de Milreu (casa senhorial romana do século III) estão classificadas como Monumento Nacional e apresentam uma colecção de mosaicos interessantíssima e original, sobretudo pela representação da fauna marinha - em Estói, poucos quilómetros a Norte de Faro.

Mosaicos do peristilo nas ruínas romanas de Milreu, Faro - Algarve, Portugal

Mosaicos no pavimento do peristilo.

Mosaicos do frigidarium nas ruínas romanas de Milreu, Faro - Algarve, Portugal

Mosaicos na parede do frigidarium das termas.

Categoria: O PATRIMÓNIO

(98) COQUEIRO DE JARDIM EM FLOR

am.ma 10/04/2008 @ 22:44

As palmeiras que se observam no postal anterior, na Alameda dos Oceanos, são Coqueiros de Jardim (em Inglês, Queen Palm).

Floração de Syagrus romanzoffiana (Coqueiro de Jardim), Caldas da Rainha - Portugal

A floração do Coqueiro de Jardim ou Coqueiro de Santa Catarina, Syagrus romanzoffiana (Arecastrum romanzoffianum), família Palmae. Outubro, Caldas da Rainha.

Categoria: A ÁRVORE

(97) OS VULCÕES DE ÁGUA DA EXPO '98

am.ma 09/04/2008 @ 00:29

Surpresa e encanto - os Vulcões de Água constituíram uma das grandes atracções da Alameda dos Oceanos, há dez anos atrás, ao tempo da Expo '98.

Vulcão de água na Alameda dos Oceanos, Expo '98, Lisboa - Portugal

Alameda dos Oceanos e vulcão de água na Expo '98, Lisboa - Portugal

Alameda dos Oceanos, Expo '98 (actual Parque das Nações) - Lisboa.

NOTA: A ver também, uma bela colecção de fotografias de Dias dos Reis.

Categoria: A ÁGUA

(62) BANCOS NO JARDIM

am.ma 02/03/2008 @ 23:48

Jardim em Copenhaga - DinamarcaCopenhaga

Parque urbano em Londres - InglaterraLondres

Jardim em Tavira - PortugalTavira

Categoria: PARQUES E JARDINS

(60) O AZULEJO EM PORTUGAL

am.ma 01/03/2008 @ 20:50

(Azulejo - do vocábulo árabe al Zulaicj, que evoluiu para aljulej)

"Os primeiros revestimentos cerâmicos usados em Portugal nos séculos XV e XVI mostram a origem do gosto pelo azulejo: a requintada presença árabe na Península Ibérica.

[...] Em finais do século XV e na primeira do XVI, o azulejo passa a ser utilizado em grande quantidade no revestimento de paredes monumentais. [...] A estética neoclássica foi assimilada pelo azulejo português no final do século XVIII e permaneceu até cerca de 1830. As composições são polícromas e luminosas, com grande predominância de fundos amarelos e brancos sobre os quais se destacam urnas, cestos floridos, laçarias, festões e grinaldas pendentes, plumas, aves e mascarões.
[...] A partir de 1851 surgiram várias fábricas de cerâmica que produziram grande quantidade de azulejos de padrão, em tecnologia semi-industrial e industrial, e que foram aplicados em numerosas fachadas por todo o país até cerca de 1920, criando uma nova paisagem urbana em Portugal."
Fonte: Portal do Museu Nacional do Azulejo

Fachada revestida a azulejos - casa particular, Sintra - Portugal

Fachada de uma casa particular em Sintra.

Uma «característica importante dos padrões de repetição [de azulejos] é o modo como as composições se organizam, evidenciando sempre (mais ou menos subtilmente) diagonais que constituem o contraponto das linhas verticais e horizontais, dominantes da arquitectura.»
Rafael Salinas Calado, 5 Séculos do Azulejo em Portugal, 1985.

Pormenor de fachada de azulejos, Sintra - Portugal

Detalhe de fachada revestida a azulejos, Sintra - Portugal

«O azulejo é essencialmente um elemento animador da superfície, com propriedades de reflexão da luz, do calor e do som. [...]
Na maioria dos casos, não pode «ser apreciado unitariamente, estando concebido para ser visto em conjuntos absolutamente integrados na arquitectura [...]»
(idem, ibidem).

Categoria: O PATRIMÓNIO