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Categoria: O PATRIMÓNIO (19)

255. LUZ PARA MEDITAR

am.ma 10/04/2009 @ 01:37

[TEMPO DE PÁSCOA 2]

A nave central da igreja cisterciense de Alcobaça convida a entrar - a estar - a meditar.

Nave central da igreja do Mosteiro de Alcobaça - Portugal

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Un élément clé, en étroite relation avec le mode de vie cistercien, se cache derrière l'architecture : le silence prescrit par la Règle. La vie cistercienne est entièrement tournée vers la voie qui mène à la restauration en soi de l'image perdue de Dieu et au salut de l'âme. Dans le langage courant, le silence décrit une situation sonore, mais nous pouvons étendre cette notion au domaine visuel. Pour les moines et les moniales, le «silence» de l'architecture est plus qu'un simple apaisement, c'est une nécessité car les bâtiments mettent en place les conditions favorables au travail spirituel qu'ils sont venus accomplir. La quiétude des murs est édifiante. La simplicité des lignes, des fenêtres, des parements et des volumes est le reflet du silence imposé par la Règle et laisse le champ libre à la réflexion et à l'œuvre de Dieu.
[in Abbayes et Sites Cisterciens d'Europe - L'Art Cistercien. Negritos meus].

Quelques traits de la culture cistercienne: une certaine conception de l’homme - ... - vérité: authenticité, cohérence entre le faire et le dire - pauvreté, austérité - place d’un travail rémunérateur - équilibre de vie: prière, lecture, travail - ... - belles œuvres (architecture, écrits…).
[Frère Gérard Joyau, in Association pour le Rayonnement de la Culture Cistercienne - Culture Cistercienne. Negritos meus].

Categorias: O PATRIMÓNIO - Em PRETO e BRANCO - COMPASSOS DE TEMPO.

240. JERÓNIMOS ILUMINADOS

am.ma 01/03/2009 @ 00:42

A Hora da Terra (ou Hora do Planeta), Earth Hour 2009, está agendada para este mês - sábado 28 de Março, entre as 20:30 e as 21:30 horas.

O Mosteiro dos Jerónimos e outros dos mais significativos monumentos de Lisboa ficarão então às escuras, uma vez que a autarquia alfacinha aderiu pela primeira vez a esta iniciativa do World Wide Fund for Nature, WWF:
Earth Hour 2009 aims to reach more than 1 billion people in 1000 cities around the world, inviting communities, business and governments to switch off lights for 1 hour and send a global message that we need to take action on climate change.

Imagem nocturna da fachada sul do Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa, Portugal

Imagem nocturna da fachada sul do Mosteiro dos Jerónimos reflectida na água da fonte luminosa. Belém, Lisboa.
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O Mosteiro foi erigido por iniciativa de D. Manuel I (cujo santo patrono era S. Jerónimo), depois de obtida a necessária autorização papal, nos primórdios do século XVI.

Monumento Nacional e Património Mundial, o Mosteiro - com uma fachada de mais de 300 metros de comprimento - foi originalmente construído à beira do Tejo (o que ainda se verificava nos princípios do século XIX, como se pode ver nesta gravura de 1816), substituindo a primitiva igreja de Santa Maria de Belém que ali existia (mandada edificar e doada à Ordem de Cristo pelo Infante D. Henrique), onde os monges prestavam apoio religioso e espiritual aos embarcadiços que dali largavam e ali aportavam.
A invocação da Virgem de Belém permanece, aliás, associada ao Mosteiro, à sua igreja e à freguesia onde se insere.

Earth Hour 2009 - WWF

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NOTA: Outros postais relacionados - PORTAIS MANUELINOS (portal sul do Mosteiro dos Jerónimos) e A HORA DA TERRA - EARTH HOUR 2008.

Categorias: O PATRIMÓNIO - Em PRETO e BRANCO.

224. GRANDES VELEIROS

am.ma 30/12/2008 @ 16:40

Em 2006, comemorou-se o 50º aniversário da Regata dos Grandes Veleiros.
Estas imagens são de Julho de 2006, quando a Regata fez escala em Lisboa, no seu percurso entre Torbay (Inglaterra) e Antuérpia (Bélgica).

[A notícia na página da Junta de Freguesia de São José, Lisboa].

Regata dos Grandes Veleiros 2006 - Lisboa, Portugal

Regata dos Grandes Veleiros 2006 - Lisboa, Portugal

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NOTA: A propósito de grandes veleiros, ver também o postal sobre a Fragata D. Fernando II e Glória.

Categoria: O PATRIMÓNIO

213. O SOLAR DOS ZAGALLOS

am.ma 07/12/2008 @ 23:25

- também conhecido como Quinta dos Pianos - é uma antiga propriedade rural do século XV, que pertenceu originalmente à família Zagallo e que sofreu modificações sucessivas ao longo do tempo. A quinta (ou o que dela resta) integra casa apalaçada do século XVIII, capelas, jardim, pomar e dependências agrícolas, constituindo o conjunto edificado mais notável da freguesia da Sobreda, no concelho de Almada.
[Artigo História e Arquitectura do Solar dos Zagallos, do portal da Câmara Municipal de Almada].

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Pátio de honra e Solar dos Zagallos - Almada, Portugal

O pátio de honra e a fachada principal do Solar.

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Capela de Santo António da Sobreda - Almada, Portugal

A Capela de Santo António da Sobreda, adossada ao Solar.

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Jardim do Solar dos Zagallos - Almada, Portugal

A álea principal do jardim, ladeada por bancos e alegretes.

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O Solar e o jardim conservam um vasto espólio em termos de azulejaria (tema a desenvolver num próximo postal), abarcando três séculos da história do azulejo em Portugal.

A propriedade foi adquirida pela família Piano, nos princípios do século XX e, mais tarde - já no último quartel do século - pela Câmara Municipal de Almada, que se encarregou da respectiva recuperação: as intervenções respeitaram a identidade do edifício e prepararam o espaço para receber diversos eventos culturais.

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Depois de restaurado, o Solar abriu ao público em 1993.
Alberga actualmente o Centro de Artes Tradicionais de Almada, uma dependência do Museu Municipal de Almada.
Em Janeiro de 2002, a Escola Profissional de Música e Artes de Almada - que funcionava nas antigas dependências agrícolas da quinta e que era tida como uma das escolas de referência no ensino da música em Portugal, com cursos únicos em todo o país - corria o risco de fechar [não consegui encontrar informação actualizada].

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Outros postais com imagens do jardim e do pomar dos Zagallos: IMPRESSÕES OUTONAIS, UMA CASA NA ÁRVORE e SISTEMA TRADICIONAL DE REGA.

Categoria: O PATRIMÓNIO

186. O CANAL DE AZULEJOS EM QUELUZ

am.ma 26/09/2008 @ 02:35

Nos jardins do Palácio de Queluz (concebidos pelo francês Jean-Baptiste Robillion em meados do século XVIII), um dos divertimentos da família real era passear em pequenos barcos no fresco canal.

Pouco antes de 1755, foi construído um canal, em parte descoberto e em parte subterrâneo e abobadado, para conduzir o rio Jamor através da propriedade [...]. A secção mais longa deste canal, com cerca de 115 metros de comprimento, podia encher-se de água graças a um sistema de comportas a juzante (1753), donde a sua designação de Lago Grande.
Nas paredes interiores do canal, bem como no arco de suporte e na escada de acesso ao rio, foram colocados painéis de azulejos azuis e brancos feitos por João Nunes.

O canal, protegido do sol por uma álea de amoreiras, é uma das partes mais originais e lúdicas  do jardim, respirando uma atmosfera diferente e mais tradicional.
A combinação dos azulejos, do reflexo das águas e da luz do sol filtrada pelas folhas das árvores é genuinamente portuguesa e fora já utilizada no século XVI na Quinta da Bacalhoa, em Azeitão, e no século XVII no Palácio Fronteira, em Lisboa.

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Canal de azulejos nos jardins do Palácio de Queluz - Sintra, Portugal

No centro do canal e sobre um arco abobodado, erguia-se a Casa da Música (também designada por Casa do Lago ou Casa Chinesa), um pavilhão de jardim rematado por uma cúpula, cujas portas se abriam sobre o canal, de modo a que a música da orquestra se difundia sobre a água e os barcos. Este pavilhão já não existe, mas terá certamente conferido outra escala e uma certa monumentalidade ao conjunto do canal.

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Painel no canal de azulejos, jardins de Queluz - Sintra, Portugal

Quando as comportas eram fechadas e o canal se enchia, os painéis de azulejos ficavam ao nível da superfície da água, para que as cenas representadas pudessem ser vistas dos barcos, donde se deveria ter a ilusão, antes do tempo, de se assistir a uma sequência filmada.

Palácios, portos de mar, ruínas da Antiguidade, jardins com as suas fontes, lagos e cisnes, cortesãos, pescadores e camponeses são habilmente criados - ou retirados de gravuras francesas, holandesas ou italianas [...].

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Detalhe do canal de azulejos, jardins de Queluz - Sintra, Portugal

Detalhe do canal de azulejos, jardins de Queluz - Sintra, Portugal

Aspectos do Canal de azulejos ou Lago Grande nos jardins do Palácio Nacional [Real] de Queluz.
Mais fotografias no portal World Monuments Fund Portugal.
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Fonte: Simonetta Luz Afonso et Angela Delaforce, Palácio de Queluz - Jardins. 1989.

Notas: Sobre azulejos, ver também os postais - O Azulejo em Portugal e Um Painel de Maria Keil.
Outras imagens deste jardim nos postais Detalhes em Pedra e A Dama de Pedra.

Categoria: O PATRIMÓNIO

169. MOSAICOS POLÍCROMOS EM CONÍMBRIGA

am.ma 09/08/2008 @ 14:35

A cidade romana de Conímbriga (cujo apogeu parece situar-se entre os séculos I e III) desenvolveu-se num planalto que apresenta vestígios conhecidos de ocupação humana desde finais da Idade do Bronze, próximo de Coimbra, no concelho de Condeixa-a-Nova.
As Ruínas de Conímbriga foram classificadas como Monumento Nacional em 1910.

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Uma das características mais notáveis das construções de Conímbriga é a profusão de elementos decorativos, nomeadamente de mosaicos: na sua maioria, são composições geométricas de reticulados, axadrezados e imbricados, em bicromia (preto e branco), com predomínio do fundo branco.
Também aparecem, no entanto, motivos centrais e padrões polícromos, por vezes figurativos e muito pormenorizados, de grande riqueza e valor artístico.

Mosaico polícromo nas ruínas romanas de Conímbriga - Coimbra, Portugal

Mosaico polícromo nas ruínas romanas de Conímbriga - Coimbra, Portugal

Mosaico polícromo nas ruínas romanas de Conímbriga - Coimbra, Portugal

Três exemplos de mosaicos polícromos nas ruínas romanas de Conímbriga.
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Os materiais usados nestes mosaicos incluem os calcários da região, que por si só fornecem uma ampla paleta de cores, e o vidro. A densidade das tesselas (pedrinhas) por decímetro quadrado varia desde 60-70, nos mosaicos mais simples, até 300-400 (!!!) nas composições mais elaboradas. De referir que estes valores mais elevados de densidade correspondem, na prática, a tesselas de 3-5 milímetros, o que é de facto impressionante.
Referência bibliográfica: Miguel Pessoa, Contributo para o Estudo dos Mosaicos Romanos no Território das Civitates de Aeminium e de Conimbriga, Portugal. 2005.

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Ver também o postal sobre os MOSAICOS DE MILREU [em Estói, próximo de Faro].

Categoria: O PATRIMÓNIO

(138) HERÓIS DO MAR

am.ma 10/06/2008 @ 00:53

10 DE JUNHO - DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

Porque a natural condiçom dos Portugueses é nunca escreverem cousa que façam, sendo dinas de grande memória, muitos e mui grandes feitos de guerra, paz e vertudes, de ciência, manhas e gentileza sam esquecidos.
Garcia de Resende, Prólogo do Cancioneiro Geral. 1516.

Detalhe do Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Detalhe do Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa

Padrão dos Descobrimentos (Arquitecto Cottinelli Telmo e Escultor Leopoldo de Almeida) - Belém, Lisboa.

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Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.

[...]
Esta é a ditosa pátria minha amada [...].
Luis de Camões, Os Lusíadas. Canto Terceiro, XX e XXI. Apresentado a D. Sebastião (em 1570?), publicado em 1572. [Ler versão integral das estrofes]

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Detalhe do pavimento junto ao Padrão dos Descobrimentos - Lisboa, Portugal

Pavimento junto ao Padrão dos Descobrimentos - Lisboa, Portugal

Pavimento em frente ao Padrão dos Descobrimentos, Belém - Lisboa.

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Fazei Senhor que a paz seja de todos
Dai-nos a paz que nasce da verdade
Dai-nos a paz que nasce da justiça
Dai-nos a paz chamada liberdade
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos.
A paz sem vencedor e sem vencidos

Sophia de Mello Breyner Andresen, Dual. 1972. [Ler versão integral]

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10 DE JUNHO - Para comemorar em liberdade (verdade, justiça e paz, infelizmente não tanto), enquanto podemos! Porque, se o Tratado de Lisboa 'passar' no referendo irlandês, qualquer dia os senhores (NÃO ELEITOS - nunca é demais sublinhar) de Bruxelas acabam com tudo o que é Nacional: deixa de haver Hino Nacional, História Nacional, Selecção Nacional - e PORTUGAL passa realmente a ser apenas (então sim!) a Costa Oeste da 'Europe'...

Categoria: O PATRIMÓNIO

(130) O DIA (E NOITE) INTERNACIONAL DOS MUSEUS

am.ma 16/05/2008 @ 12:43

Os museus e palácios do Instituto dos Museus e da Conservação celebram no próximo dia 18 de Maio, o Dia Internacional dos Museus subordinado ao tema «Museus como agentes de mudança social e desenvolvimento».
O ICOM – Conselho Internacional de Museus - propõe que os museus reflictam sobre o seu papel social e ético na comunidade, e sugere que desenvolvam parcerias com as organizações e promovam o diálogo nas questões sociais e culturais.
Exposições, visitas guiadas, concertos, peças de teatro, filmes, gastronomia, ateliês e outras actividades, são algumas das muitas propostas que os museus e palácios têm para oferecer com entrada gratuita.
A Noite dos Museus vai decorrer em 17 de Maio (Sábado) e constitui um desafio lançado aos museus para criar novos públicos através de programações concebidas para o efeito, visitas guiadas à noite, concertos, dormir no museu.
Publicado (14 Maio 2008) pelo Instituto dos Museus e da Conservação - mais pormenores e agenda de actividades...

Museu de Cerâmica das Caldas da Rainha - Portugal

Museu de Cerâmica das Caldas da Rainha - Portugal

Imagens do Museu de Cerâmica das Caldas da Rainha. O Museu está instalado na Quinta Visconde de Sacavém, conjunto arquitectónico construído na década de 1890 pelo 2º Visconde de Sacavém, formado por um Palacete romântico revivalista, rodeado de jardins de traçado romântico, com lagos, floreiras e alamedas. O conjunto apresenta profusa decoração com elementos arquitectónicos cerâmicos, nomeadamente azulejos do século XVI ao XX.
[Fonte: Portal do Instituto dos Museus e da Conservação].

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Iniciado com um núcleo adquirido pelo Estado e por peças da colecção do Visconde de Sacavém, o acervo do museu integra exemplos da produção cerâmica das Caldas da Rainha e de outros centros nacionais e estrangeiros.
A cerâmica das Caldas da Rainha está representada por peças desde o séc. XVII até à 1ª metade do séc. XX, com especial destaque para o núcleo dedicado a Rafael Bordalo Pinheiro.
Da produção nacional, o museu integra núcleos de faianças da Fábrica do Rato (1767- 1779), de olaria tradicional e de produção local de escultura e miniatura cerâmicas dos séculos XIX e XX.
O núcleo de cerâmica contemporânea de autor inclui peças de Llorens Artigas, Júlio Pomar e de Manuel Cargaleiro, entre outros. Existe ainda uma colecção de azulejaria portuguesa, hispano-mourisca e holandesa, do séc. XVI ao séc. XX, constituída por cerca de 1200 azulejos e por 40 painéis.
[Fonte: Portal Visit Portugal].

Categoria: O PATRIMÓNIO

(128) AS PONTES DE MADEIRA EM LUCERNA

am.ma 14/05/2008 @ 12:02

Sobre o Rio Reuss, afluente do Aar (que, por sua vez, é afluente do Reno) e efluente do Lago de Lucerna ou Lago dos Quatro Cantões, existem duas pontes medievais em madeira, cobertas, dos séculos XIV-XV, ambas com pinturas do século XVII integradas no travejamento do telhado: a Spreuerbrücke e a Kapellbrücke.

A Spreuerbrücke, ou Ponte dos Despejos (na Lucerna medieval era o único sítio da cidade onde era permitido lançar despejos ao rio), foi construída por volta de 1400 e inclui 67 pinturas representando a Dança da Morte, Totentanz, uma alusão às epidemias de peste tão temidas nas cidades medievais.

Interior da Spreuerbrücke (Ponte dos Despejos) - Lucerna, Suiça

Aspecto do interior da Ponte dos Despejos.

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A Kapellbrücke, ou Ponte da Capela, é um dos monumentos mais fotografados da Suiça. A ponte liga as duas margens do Rio à Wasserturm (Torre da Água), uma torre-fortificação do século XIII, de secção octogonal e cerca de 46 metros de altura.
Em tempos existiu uma ligação desta ponte à capela de um mosteiro beneditino, o que explica a origem do seu nome.
Foi construída na primeira metade do século XIV e apresenta uma sequência de pinturas alusivas à História da cidade.
Tanto a ponte como as pinturas foram parcialmente destruídas pelo fogo numa noite de Agosto de 1993, mas prontamente recuperadas e reconstituídas (no espaço de um ano!) - lamentavelmente, das 110 pinturas pré-existentes, só 25 puderam ser recuperadas.

Kapellbrücke (Ponte da Capela) - Lucerna, Suiça

Kapellbrücke (Ponte da Capela) e Wasserturm (Torre da Água) - Lucerna, Suiça

A Ponte da Capela e a Torre da Água.

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NOTA: A ver, em Travel Photos of Galen Frysinger (cientista americano reformado), uma série muito completa de fotografias de Luzern Spreurer Bridge e Luzern Chapel Bridge.

Categoria: O PATRIMÓNIO

(116) A CIDADE HISTÓRICA FORTIFICADA DE CARCASSONNE

am.ma 29/04/2008 @ 18:35

Local fortificado (oppidum) desde o século VI a.C., no Sul de França, no alto de uma colina estrategicamente localizada na confluência das rotas de ligação à Península Ibérica e entre o Atlântico e o Mediterrâneo.
A Cidadela foi classificada como Monumento Histórico em meados do século XIX e então restaurada pelo arquitecto Viollet-le-Duc (restauro muito polémico, por não respeitar os materiais tradicionais da região e por introduzir alterações estruturais em torres, muralhas e castelo). Actualmente está classificada como Património da Humanidade pela UNESCO, desde 1997.

Torre das Casernas do Castelo Condal, Carcassonne - França

Torre das Casernas, no Castelo Condal, com o sistema de «palanques de tiro» (les hourds).

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Pátio de Honra do Castelo Condal, Carcassonne - França...Castelo Condal - vista para a cidadela, Carcassonne - França
No Castelo Condal - à esquerda, o pátio de Honra, onde se podem observar três épocas de construção; à direita, vista para a Cidadela e caminho de ronda.

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Torre Redonda do Bispo («Ronde de l'Évêque»), Carcassonne - França...Torre do Tesouro («du Tréseau»), Carcassonne - França
À esquerda, a Torre Redonda do Bispo (Tour Ronde de l'Évêque); à direita, a Torre do Tesouro (Tour du Tréseau).

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NOTA: Artigo muito completo, em Francês, na Wikipédia.

Categoria: O PATRIMÓNIO