272. NA MARGEM DO RIO




Outras imagens de rios nas categorias A ÁGUA e O LITORAL.
Categoria: QUADROS




Outras imagens de rios nas categorias A ÁGUA e O LITORAL.
Categoria: QUADROS
Observa-se bem a diferença entre os ninhos da Andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica), em forma de taça [na primeira fotografia], e da Andorinha-dos-beirais ou -dos-beirados (Delichon urbica), quase esférico [nas outras duas fotos]. Imagens captadas nos princípios de Maio.



Outros postais relacionados: AS ANDORINHAS FORAM-SE EMBORA e ANDORINHA-DAS-CHAMINÉS.
Categoria: NATURALMENTE
Esta Cegonha-branca (Ciconia ciconia) que, em meados de Abril, estava a chocar os ovos, já tem dois filhotes no ninho.
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NOTA: Não percebo a moda que vai por aí, de se dizer progenitora em vez de mãe e progenitor em vez de pai, nos meios de comunicação social (em relação não só a animais, como também a pessoas). Mesmo nos documentários na televisão, ouve-se mother e father no som original e depois a tradução é feita para progenitora e progenitor. Alguém me sabe explicar porquê?
Categoria: PLUMAGENS
A EDP lançou recentemente uma milionária campanha de publicidade enganosa a respeito das «suas» barragens. Convém não esquecer que a EDP é uma empresa pública e que, no fim de contas, o dinheiro com que ela paga as campanhas e as barragens é o nosso dinheiro...
Qual é a necessidade de uma empresa pública, que fornece energia sem concorrência, fazer propaganda dentro de casa? Ocorrem-me algumas justificações possíveis, todas elas pouco honrosas. Será para desviar as atenções daquilo que se está a passar, por exemplo, com a barragem do Tua?


A história da barragem do Tua é um tema recorrente aqui n' A Imagem da Paisagem:
- 23 Abril 2008, PELO VALE E PELA LINHA DO TUA.
- Abril-Junho 2008, Petição pela Preservação da Linha e do Vale do Tua.
- 17 Março 2009, PRESERVAR E DIVULGAR A LINHA DO TUA.
Nesta sequência, transcrevo hoje o Comunicado que o Movimento Cívico pela Linha do Tua emitiu a 13 Maio 2009 (permito-me realçar algumas passagens a negrito):
Declaração de Impacte Ambiental da Barragem do Tua
A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem do Tua, emitida esta semana pelo Ministério do Ambiente, constitui uma afrontosa e anti-democrática testemunha de todo o processo de favorecimento tácito oferecido à EDP no Vale do Tua. Este surreal parecer favorável a uma empresa que aparece inicialmente com direitos de preferência, que rebenta sem licenciamento e veda ao acesso público as margens do Tua impunemente, e que lança agora uma esfusiante campanha de publicidade enganosa sobre barragens, é uma mancha inqualificável na Democracia Portuguesa.
Não podemos deixar de referir e estranhar que o parecer do MCLT, enviado atempadamente, não seja mencionado no documento publicado ontem. Esperamos que sejam esclarecidas rapidamente as razões para esta omissão uma vez que a confirmarem-se erros desta natureza, poderia colocar em risco a credibilidade desta instituição, a Agência Portuguesa do Ambiente.
Esta mesma DIA fez tábua rasa de tudo o que a pudesse contradizer:
- O caderno de encargos da Barragem do Tua, onde se exige a reposição de vias por alternativas com igual valência. Refira-se neste caso a Barragem da Valeira, onde a EDP teve de pagar uma alternativa ferroviária à Linha do Douro, que incluiu 2km de via, uma nova travessia do Douro e uma nova estação;
- O Estudo de Impacte Ambiental, que conclui da forma mais categórica possível que a barragem trará “impactes muito negativos ao nível da economia local, em particular para agricultura e agro-indústria, com repercussões também muito negativas ao nível do emprego e dos movimentos e estrutura da população”, numa região que “não facilita o estabelecimento de percursos tradicionais de transporte colectivo rodoviário”;
- Orientações totalmente contrárias a esta barragem em documentos oficiais de Ordenamento do Território e do Turismo, como sejam o PENT, o PROTN e o próprio PNPOT, onde se pode inclusivamente concluir que esta barragem se encontra em “troço de influência de ruptura de barragem” e “perigo de movimento de massas”;
- Pareceres contrários de órgãos como o IGESPAR e a APPI (órgão consultor da UNESCO em Portugal), do próprio Ministério dos Transportes, e os 85% de pareceres negativos enviados no âmbito da discussão pública do EIA.
A DIA não obriga à construção de nenhuma alternativa ferroviária, ao contrário do que já foi veiculado em alguns órgãos de comunicação social. Este refere apenas a “análise da viabilidade de construção de um novo troço de linha férrea”, apontando de forma pressurosa para uma alternativa fluvial no caso de não se optar pela ferrovia. A viabilidade da Via Estreita está demonstrada, pelo investimento a ser realizado nas linhas do Corgo e do Tâmega, e pelas reaberturas e sucesso geral da Via Estreita em países como a Espanha, Suíça e Japão, não admitindo da nossa parte critérios economicistas quando os Metros de Lisboa e do Porto acumulam prejuízos de centenas de milhões de euros.
A única defesa desta barragem aparece na forma da produção de energia eléctrica, o que é totalmente irreal. Na verdade, o contributo da barragem do Tua será no máximo de 0,5%, valor suportado em 75% e a 1/3 do custo apenas pelo reforço de potência a realizar na barragem do Picote; juntando os reforços de potência a realizar no Picote, Bemposta e Alqueva, consegue-se produzir o mesmo que 3 barragens do Tua!
Que desenvolvimento advirá para a região, quando edis como o de Montalegre e de Miranda do Douro, com 5 e 2 barragens respectivamente, não recebem da EDP nem o suficiente para pagar a iluminação pública dos seus concelhos? Como poderá o Turismo sair beneficiado com mais outro espelho de água e com a perda de valores genuínos e únicos? Que medidas poderão proteger da extinção os 19% de espécies de vertebrados e as 14 espécies de aves presentes no Tua com estatuto de ameaçados, e da destruição os habitats de leito de cheia, que agregam 20% das espécies RELAPE de Trás-os-Montes?
Volta a ser mais uma vez altamente conveniente um acidente em vésperas de uma data importante para a Linha do Tua, desviando a atenção da opinião pública para “outro acidente”, ao invés de dar ênfase à emissão da DIA. Aguardamos o apuramento das suas causas, tal como o apuramento de responsabilidades ainda não assumidas sobre os anteriores acidentes.
O Governo, pela voz do Ministério do Ambiente, levantou a sua mão e aplicou sem piedade uma bofetada no futuro e dignidade não apenas de Trás-os-Montes e Alto Douro, mas de Portugal inteiro. Esta DIA é uma afronta, e deve ser emendada o mais rapidamente possível, sob pena de encontrar uma mais resoluta onda de contestação contra uma barragem que ninguém defende com critérios válidos.
O MCLT não está sozinho nesta luta, e muito falta ainda por dizer e fazer, num ano em que a população expressará de forma determinante a sua soberania. Não ficaremos de braços cruzados perante esta decisão intolerável.
Movimento Cívico pela Linha do Tua, 13 de Maio de 2009
www.linhadotua.net
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NOTA para quem não está familiarizado com as siglas referidas no texto:
APPI - Associação Portuguesa para o Património Industrial;
DIA - Declaração de Impacto Ambiental;
EDP - Energias de Portugal;
IGESPAR - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico;
MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua;
PENT - Plano Estratégico Nacional do Turismo (disponível para descarregar - http://194.65.153.232/mei/document/pent2.pdf);
PNPOT - Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território;
PROTN - Plano Regional de Ordenamento do Território do Norte;
[espécies] RELAPE - espécies Raras, Endémicas, Localizadas, Ameaçadas ou em Perigo de Extinção;
UNESCO - United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization.
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NOTAS adicionais:
- Comunicado de um grupo de Ambientalistas e especialistas em Ambiente [Plataforma Sabor Livre, FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens), GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Protecção da Natureza), QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves)], a 30 Abril 2009, sobre a campanha da EDP, com referência explícita às barragens do Tua e do Sabor: Campanha da EDP subverte realidade sobre Barragens.
- Outro postal relacionado: A EDP AO ATAQUE.
- No seu portal oficial, a EDP enaltece a sua própria prática de responsabilidade social ao contribuir activamente para a preservação do Ambiente e dos Recursos Naturais e para o Desenvolvimento Sustentável das Sociedades [http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Group/Sustainability/Environment/CertificacaoAmbiental/Certificacao_Ambiental.htm] - é preciso descaramento!
Categoria: POR MONTES E VALES

Categoria: DOMINGO SEM LEGENDAS
A Roselha (Cistus crispus, da família Cistaceae) é uma planta característica de matos xerofílicos e das etapas regressivas dos Carvalhais de folha persistente - Sobreirais (de Quercus suber) e Azinhais (de Quercus rotundifolia).
As flores cor-de-rosa parece que foram amachucadas e são semelhantes às da Roselha-grande, Cistus albidus, embora mais pequenas.
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De pequeno porte, mas com ramos ascendentes, a Roselha forma moitas baixas (30-50 cm de altura) e espalhadas (mais de 1 metro de diâmetro), de contorno arredondado. As folhas são persistentes e a floração muito prolongada, grosso modo entre Abril e Junho.
Imagens captadas próximo do Montijo, no princípio de Maio.
Categoria: FLORA E VEGETAÇÃO
CHARLOTTENBURG, o maior palácio de Berlim, foi começado a construir nos finais do século XVII, como residência de verão para a Rainha Sophie Charlotte da Prússia.
A este corpo inicial do Palácio, e durante todo o século XVIII, novas alas foram sendo sucessivamente acrescentadas, até formar o enorme complexo que actualmente podemos observar - depois das obras de reconstrução e restauro de que foi objecto após a Segunda Grande Guerra.

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Os jardins do Palácio, que se estendem por 33 hectares, são considerados um importante monumento da Arte dos Jardins.
O seu traçado original foi definido por Siméon Godeau (discípulo de Le Nôtre), com uma característica concepção barroca à francesa, que incluía parterres de broderie, topiária de buxo, longos eixos de simetria, grandes perspectivas e alinhamentos de árvores.

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Entre finais do século XVIII e o primeiro quartel do século XIX, o jardim barroco foi gradualmente transformado num parque paisagista à inglesa, com vários pavilhões de jardim, embora mantivesse parte da estrutura de caminhos inicial. Peter Joseph Lenné, o arquitecto paisagista do Tiergarten, também interveio nesta transformação.

Os parterres de inspiração barroca que existem actualmente constituem uma tentativa de recuperação (algo polémica) da concepção original do jardim, tendo sido desenhados e implantados com base em bibliografia especializada.
No seu conjunto, o Parque de Charlottenburg apresenta assim um misto de influências e ambientes, com uma parte à francesa e outra à inglesa...
Ver também outros postais com imagens de Berlim e Potsdam.
Categoria: PARQUES E JARDINS
A abóbada e os astros celestes constituem um património universal.
A percepção que deles temos e o facto de os podermos observar é, por seu lado, um património da Humanidade.
No entanto, com o excesso de iluminação artificial actualmente existente nas áreas urbanas durante a noite, poder contemplar as estrelas é quase um privilégio de minorias (que vivem no campo, longe das cidades).
E, de acordo com as Nações Unidas, a população que actualmente reside nas cidades (3,3 biliões de pessoas) já é mais de metade da população mundial e poderá vir a atingir os 5 biliões em 2030.
(Ainda recentemente, quando o cometa Lulin passou próximo de nós, tentei em vão observá-lo na zona de Cascais - mesmo nos locais que parecem mais escuros, o clarão no céu é tal, que torna impossível localizar a maior parte dos astros).


In most cities the sky looks as though it has been emptied of stars (Na maior parte das cidades, o céu parece ter sido esvaziado de estrelas) - escreve Verlyn Klinkenborg, no seu artigo Our Vanishing Night - Most city skies have become virtually empty of stars, publicado na revista National Geographic de Novembro 2008, com fotografias de Jim Richardson.
Perante a gravidade dos problemas decorrentes do excesso de luz artificial no céu nocturno, e no âmbito do Ano Internacional da Astronomia (2009), está a decorrer um Projecto-chave (Cornerstone Project) sob o tema Dark Skies Awareness (a Consciência da Escuridão do Céu): The arc of the Milky Way seen from a truly dark site is part of our planet's cultural and natural heritage (o arco da Via Láctea observado a partir de um local realmente escuro faz parte do património natural e cultural do nosso planeta).
Pretende-se, com este projecto, alertar a opinião pública para os efeitos prejudiciais da poluição luminosa em aspectos tão diversos como a pesquisa astronómica, a saúde humana, a ecologia, a segurança, a economia e a energia.
Em Portugal, está prevista a iniciativa A Noite das Estrelas - com início marcado para Julho 2009 - integrada precisamente neste Projecto-chave [mais informação em www.astronomia2009.org].
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ADITAMENTO: Vale a pena ver o vídeo Light Pollution: The problem... (o problema da poluição luminosa) divulgado no portal Dark Skies Awareness e também o Starlight Lake Reflections (o movimento das estrelas reflectido na água de um lago) no portal TWAN, The World at Night.
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Outro postal relacionado: POLUIÇÃO LUMINOSA.
Categoria: ATMOSFERAS - Em PRETO e BRANCO.
A iluminação artificial mal direccionada, ou seja, dirigida para os lados e para cima, constitui uma forma de poluição. A eficiência luminosa é muito pouca, uma vez que boa parte da luz se dispersa na atmosfera e não ilumina concretamente aquilo que se pretende.
Os aparelhos de iluminação (luminárias e lâmpadas) mal concebidos, mal localizados ou mal escolhidos, transformam o céu nocturno das nossas cidades num intenso clarão luminoso - extensa mancha de luz permanente, difusa e contínua, prejudicial em vários aspectos.


A dimensão deste problema pode constatar-se bem numa imagem actualmente muito divulgada, que a NASA publicou em Novembro de 2000 (imagem constituída pela montagem de centenas de fotografias de satélite, tiradas nos finais do século XX), que nos mostra o aspecto da Terra durante a noite, com vastas manchas de luz perfeitamente visíveis do espaço.
Para combater a poluição luminosa, a solução não é deixar de iluminar, mas sim iluminar eficazmente.
A diferença abismal que existe, em termos de eficácia, de qualidade visual e de consumo energético, entre uma iluminação poluente e outra não poluente, está bem patente neste exemplo e também neste outro.
A nível global, o intenso halo ou clarão - que se observa durante a noite sobre as áreas construídas - não só nos impede de ver a abóbada celeste e as estrelas, como constitui um enorme desperdício de energia e um transtorno grave para os ciclos naturais e biológicos, com consequências nefastas que se reflectem na nossa saúde, na vida de muitas espécies animais e vegetais e, portanto, também no ambiente.
De facto, estima-se que a energia desperdiçada, em resultado da iluminação artificial que se dispersa na atmosfera, corresponde anualmente a 32,3 milhões de barris de petróleo ou 9,1 milhões de toneladas de carvão - o equivalente a qualquer coisa como 1,74 biliões de dólares!
Em termos de saúde humana, a diminuição da capacidade visual é apenas o resultado mais imediato da poluição luminosa. Estudos recentes apontam para a alteração de vários processos fisiológicos, como o padrão das ondas cerebrais, a produção de hormonas (melatonina) e a regulação celular - alterações estas que podem desencadear insónias, depressões, doenças cancerígenas e cardio-vasculares.
Já no que se refere à vida animal, são conhecidos os efeitos de desorientação e de afectação dos padrões comportamentais (migração, acasalamento e nidificação, sono e alimentação) de inúmeras espécies. Tartarugas marinhas não conseguem voltar para o mar depois de desovar nas praias; aves são atraídas pela luz e morrem por colisão com os edifícios ou por voar ininterruptamente em círculos até à exaustão; predadores e insectos nocturnos perdem a capacidade de orientação e, consequentemente, de alimentação; espécies migratórias perdem o rumo e, consequentemente, a época de acasalamento e de reprodução; ...
E ainda, no que diz respeito à questão da segurança - um dos argumentos mais apregoados para justificar o excesso de iluminação artificial - os especialistas em criminologia defendem peremptoriamente que mais luz não significa mais segurança (antes pelo contrário!). Precisamos apenas de melhor luz.
REFERÊNCIAS:
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ADITAMENTO: Uma maneira simples de todos podermos contribuir para diminuir a poluição luminosa (e os seus efeitos nefastos) é ter o cuidado de fechar as persianas, quando acendemos as luzes à noite. Tenho reparado na enorme quantidade de janelas iluminadas que poluem as nossas noites na cidade - e se, em cada uma das casas e dos escritórios iluminados, se «apagar» uma janela, a diferença já será substancial!
Ver também o postal A ESCURIDÃO DO CÉU.
Categoria: A CIDADE
Diferentes soluções construídas permitem filtrar a luminosidade entre o exterior e o interior dos edifícios, com materiais tão diversos como a madeira, o tijolo ou o betão. Estas soluções garantem simultaneamente a privacidade, o arejamento e a transparência e leveza dos paramentos.
Os elementos que constituem estes panos construídos apresentam formas e dimensões muito variáveis, possibilitando uma grande diversidade de composições, em diferentes estilos arquitectónicos e com efeitos estéticos por vezes surpreendentes.


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NOTA: Ver também o postal sobre as portadas de reixa.
Categoria: A ARQUITECTURA
O postal escolhido pelo visitante nº 40 000 foi publicado em Outubro de 2008 - FLAMINGOS NA ESTUFA FRIA:
Por outro lado, os dez postais mais procurados pelos visitantes 30 001 a 40 000 foram:
2 - Coqueiro de Jardim em Flor
5 - O que Fazer em Caso de Sismo
7 - A Carta da Terra, The Earth Charter
10 - Mosaicos de Milreu.
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Categoria: VERTICAIS