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Arquivo: Março 2008

(88) O CONVENTO DE NOSSA SENHORA DO ESPINHEIRO

am.ma 31/03/2008 @ 00:21

As imagens publicadas servem como referência histórica, uma vez que o Convento do Espinheiro foi recentemente (já neste século) recuperado e adaptado a hotel de luxo.

"Notável edifício fundado no Séc. XV e inestimável panteão da nobreza alentejana, teve princípio no ano de 1458, integrado na ordem de S. Jerónimo, sendo a igreja benzida pelo bispo D. Vasco Perdigão, debaixo do padroado do rei D. Afonso V, que na casa religiosa pousou algumas vezes e a dotou, generosamente, com alfaias sagradas e subsidiou algumas obras importantes, aliás como os seus sucessores, até D. Sebastião."
Túlio Espanca, Évora - Arte e História. 1980.

Convento de Nossa Senhora do Espinheiro, próximo de Évora

A cerca do antigo convento inclui dois Monumentos Nacionais - a Igreja de Nossa Senhora do Espinheiro e a Capela tumular de Garcia de Resende.

Entrada da Igreja de Nossa Senhora do Espinheiro, próximo de ÉvoraCapela tumular de Garcia de Resende, Nª Sra. Espinheiro - próximo de Évora

À esquerda, a entrada da igreja, antevendo-se na penumbra "[...] o portal clássico, marmóreo, axial, de 1566, sobrepujado pelas imagens da Virgem do Espinheiro, S. Jerónimo e S. João Baptista."
Idem, ibidem.

À direita, a capela - "O monumento funerário, típico exemplar da arte manuelino-mudejar, compõe-se de três corpos distintos: galilé, nave e capela-mor, em planta rectangular, miniaturial. Coroado, no beiral, por cortina de ameias chanfradas e torrinhas torsas, angulares, com decoração esgrafitada, está revestido internamente ao uso andaluz, costâneo, de azulejos de aresta, polícromos, de Triana."
Idem, ibidem.

Categoria: O PATRIMÓNIO

(87) O CLAUSTRO DE NOSSA SENHORA DO ESPINHEIRO

am.ma 30/03/2008 @ 11:47

ANTES DE O CONVENTO TER SIDO TRANSFORMADO EM HOTEL DE LUXO, no claustro havia magnólias (Magnolia grandiflora - penso que eram duas). Árvores luxuriantes, de porte admirável, provavelmente centenárias.

Claustro de Nossa Senhora do Espinheiro, Évora - PortugalClaustro de Nossa Senhora do Espinheiro, Évora - Portugal

Arredores de Évora.

"No extinto convento assinala-se o claustro gótico-manuelino, distribuído em quatro tramos e dois pisos robustecidos por botaréus de granito, colunelos de capitéis zoomorfos e naturalistas, de mármore, em arcadas geminadas, abóbodas de nervuras e fechos reais, de esferas armilares e cruzes de Cristo. Foi construído pelos mestres de pedraria João Álvares e Álvaro Anes (1520-22)."
Túlio Espanca, Évora - Arte e História. 1980.

Categoria: O PATRIMÓNIO

(86) DA BELEZA DOS FUNGOS

am.ma 28/03/2008 @ 12:49

Fungo em árvore morta, Óbidos - Portugal

Fungo sobre árvore morta, arredores de Óbidos.

Categoria: NATURALMENTE

(85) UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS - IV

am.ma 26/03/2008 @ 23:55

Sobreiro 1 - semana 8Sobreiro 1 - semana 10Sobreiro 1 - semana 9

Sobreiro 2 - semana 8Sobreiro 2 - semana 10Sobreiro 2 - semana 9

Acompanhando o desenvolvimento de dois sobreirinhos (Quercus suber, família Fagaceae) - são filhos da mesma árvore (ver zona de origem das bolotas) e a sementeira foi feita a 15 Janeiro de 2008. O crescimento quase nulo entre a nona e a décima semanas está provavelmente relacionado com o tempo frio que se fez sentir.
Outros postais sobre eles na categoria "UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS".
[em Cascais].

Categoria: UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS

(84) ESPLANADAS E ÁRVORES

am.ma 26/03/2008 @ 01:03

Esplanada na Batalha - Portugal

Batalha. Um belo conjunto de Pinheiros-mansos (Pinus pinea, Família Pinaceae).

Esplanada na Ribeira Brava, Madeira - Portugal

Ribeira Brava, Madeira. Salvo erro, as árvores são Barbusanos (Apollonias barbujana, Família Lauraceae).

Categoria: A CIDADE

(83) A RENOVAÇÃO DA VIDA

am.ma 24/03/2008 @ 23:50

Regeneração da mata, Carvalhal, Bombarral - Portugal

Mata do Carvalhal, Bombarral.

Categoria: NATURALMENTE

(82) DOMINGO DE PÁSCOA

am.ma 23/03/2008 @ 12:15

Lagoa de Óbidos - Portugal

Lagoa de Óbidos

Categoria: POR MONTES E VALES

(81) 21 DE MARÇO

am.ma 21/03/2008 @ 16:17

- DIA DE CELEBRAÇÕES (que, este ano, coincide com a SEXTA-FEIRA SANTA). . .

. . . O início da Primavera (no hemisfério Norte).

Olaia em flor (Cercis siliquastrum), Cascais - Portugal

Olaia (Cercis siliquastrum, família Leguminosae), Cascais.

.

. . . O Dia Mundial da Floresta (originalmente designado por Dia Mundial da Árvore) - no hemisfério Norte.

Mata de Carvalho-cerquinho (Quercus faginea) no Parque Natural da Arrábida, Sesimbra - Portugal

Mata paraclimácica de Carvalho-cerquinho (Quercus faginea, família Fagaceae) no Parque Natural da Arrábida, Sesimbra.

Mata Nacional dos Medos, Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica, Almada - Portugal

Pinheiros-mansos (Pinus pinea, família Pinaceae), na Mata Nacional dos Medos, ou Pinhal do Rei - Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica, Almada.

.

São muitas as gentes que, neste dia, aparecem a enaltecer e acarinhar as árvores.
Mas, durante o resto do ano, nas vilas e cidades de Portugal, muitas mais gentes reclamam e atentam permanentemente contra as árvores - ou porque tiram as vistas, ou porque albergam passarinhos que sujam os carros, ou porque têm muitas folhas que entopem os sumidouros, ou porque...
E vai daí, por causa destes gravíssimos inconvenientes, as árvores em Portugal são decepadas, estropiadas, condenadas ... e executadas!

Guerra contra as Árvores 1 - Cascais, Portugal

Guerra contra as Árvores 2 - Cascais, Portugal

Guerra contra as Árvores 3 - Cascais, Portugal

Os despojos de guerra, no concelho de Cascais.

.

. . . O Dia Mundial da Poesia.

Cedro (Cedrus sp) no Parque La Granje, Genebra - Suiça

Cedro (Cedrus sp, família Pinaceae) no Parque La Granje, Genebra - Suíça.

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.

Ricardo Reis, Odes (publicado na Presença em Fev 1933).

Categoria: A ÁRVORE

(80) SEMANA SANTA

am.ma 20/03/2008 @ 18:14

Cristo crucificado, Toledo - Espanha

Toledo, Castilla-La Mancha

Categoria: PARA VER DE PERTO

(79) O DIA MUNDIAL DA ÁGUA

am.ma 20/03/2008 @ 02:08

- comemora-se a 22 de Março, desde a Cimeira da Terra (Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento), no Rio de Janeiro, em 1992.
Este ano, excepcionalmente, é comemorado a 20 de Março.

A água é um recurso natural precioso, que os países "civilizados" e "desenvolvidos" esbanjam alegremente. Basta ver, por exemplo, os sistemas de rega a (mal)funcionar nos jardins - públicos e privados - de Portugal...

Água potável num percurso de montanha - Alpes SuíçosBebedouro na frente ribeirinha de Olhão - Portugal

Água potável à discrição - dois exemplos na Europa: à esquerda, num percurso pedestre de montanha, nos Alpes Suíços; à direita, na frente ribeirinha de Olhão.

E, no entanto, a água é um recurso raro e quase inacessível para largos milhares de pessoas no Planeta, quer para beber, quer para efeitos de higiene e saneamento: "Every 20 seconds, a child dies as a result of the abysmal sanitation conditions endured by some 2.6 billion people globally." (excerto da mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas, para o Dia Mundial da Água - a ler mais, no portal World Water Day '08).

Categoria: A ÁGUA

(78) A HORA DA TERRA - EARTH HOUR 2008

am.ma 19/03/2008 @ 01:47

Copenhaga é uma das cidades que já responderam ao apelo da WWF, World Wide Fund for Nature, para o manifesto d' A Hora da Terra - Earth Hour 2008 - no próximo dia 29 de Março, entre as 20 e as 21 horas.

Nyhavn e a Âncora-Memorial em Copenhaga - Dinamarca

Nyhavn em Copenhaga - Dinamarca

Dois aspectos do bairro de Nyhavn, a zona mais antiga do porto de Copenhaga, cuja construção remonta à segunda metade do século XVII. A Âncora está colocada no topo do canal, em memória dos marinheiros dinamarqueses mortos durante a 2ª Guerra Mundial.

Categoria: A CIDADE

(77) UMA PORTA COM EMBUTIDOS

am.ma 17/03/2008 @ 15:03

Porta de madeira com embutidos, Toledo - EspanhaPainel de porta em madeira com embutidos, Toledo - Espanha

Pormenor de porta de madeira com embutidos, Toledo - Espanha

Porta de madeira com embutidos: motivos geométricos de influência mourisca. Toledo, Castilla-La Mancha, Espanha.

Categoria: PORTAS E JANELAS

UM POR MIL - 1

am.ma 16/03/2008 @ 16:46

O postal preferido dos visitantes 0001 a 1000:

(7) FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA

E a sombra duma nau mais antiga que o porto que passa
Entre o meu sonho do porto e o meu ver esta paisagem
E chega ao pé de mim, e entra por mim dentro,
E passa para o outro lado da minha alma...

Fernando Pessoa, Chuva Oblíqua - I [ler excerto alargado]

A Fragata D. Fernando II e Glória, em Alcântara - Lisboa, Portugal

Ponte 25 de Abril vista da Fragata, em Alcântara - Lisboa, Portugal

Navio efectivo da Armada Portuguesa desde Abril 1998 (depois de totalmente restaurada para a Expo'98), a fragata é agora considerada como o oitavo navio de guerra mais antigo do Mundo e integra o espólio do Museu de Marinha.

As fotografias são de quando ainda estava atracada em Alcântara (Lisboa), antes de a mastreação ter sido «travada», por razões... de protecção? de segurança?

Actualmente, e desde Dezembro último, encontra-se numa doca em Cacilhas (Almada), para ser reparada e para vir a funcionar como museu, conforme noticia o Jornal Margem SUL [para ler aqui].

UMA SALVA DE PALMAS PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA!

[Originalmente publicado a 5 Janeiro 2008, na Categoria: O PATRIMÓNIO].

Categoria: VEZES MIL

(76) AS RESERVAS - AGRÍCOLA E ECOLÓGICA - NACIONAIS

am.ma 15/03/2008 @ 01:21

A Reserva Agrícola Nacional (RAN) "visa defender e proteger as áreas de maior aptidão agrícola e garantir a sua afectação à agricultura, de forma a contribuir para o pleno desenvolvimento da agricultura portuguesa e para o correcto ordenamento do território." (Artigo 1º do Decreto-Lei 196/89, de 14 de Junho / 4ª versão actual cf. Decreto-Lei 278/95, de 25 de Outubro).

Paisagem agrícola nos arredores de Fátima - Portugal

Paisagem agrícola nos arredores de Fátima - solos RAN.
As utilizações não agrícolas de solos integrados na RAN só são admissíveis "quando estejam em causa [...] vias de comunicação, seus acessos e outros empreendimentos ou construções de interesse público, desde que não haja alternativa técnica economicamente aceitável para o seu traçado ou localização." (Artigo 9º do referido Diploma).

A Reserva Ecológica Nacional (REN) "constitui uma estrutura biofísica básica e diversificada que, através do condicionamento à utilização de áreas com características ecológicas específicas, garante a protecção de ecossistemas e a permanência e intensificação dos processos biológicos indispensáveis ao enquadramento equilibrado das actividades humanas." (Artigo 1º do Decreto-Lei 93/90, de 19 de Março / 7ª versão actual cf. Rectificação 75-A/2006, de 3 de Novembro).

Leito de cheia nos arredores de Coruche - Portugal

Leito de cheia nos arredores de Coruche - área REN.
"Nas áreas incluídas na REN são proibidas as acções de iniciativa pública ou privada que se traduzam em operações de loteamento, obras de urbanização, construção e ou ampliação, obras hidráulicas, vias de comunicação, aterros, escavações e destruição do coberto vegetal." (Artigo 4º do referido Diploma).

NOTA: Veja-se como o Governo Português pode muito bem contornar (leia-se violar) as suas próprias leis (as quais, no entanto, permanecem em vigor para o comum dos cidadãos) - na Castanheira do Ribatejo, concelho de Vila Franca de Xira.

Categoria: POR MONTES E VALES

(75) OS SOBREVIVENTES

am.ma 14/03/2008 @ 01:13

Casal de pombos, Cascais - Portugal

Casal de pombos (fêmea à esquerda), Cascais.

Os genuínos Pombos-da-rocha (Columba livia) encontram-se hoje em dia confinados aos rochedos dos extremos Norte e Ocidental da Europa.
Nas restantes regiões, estes pombos cruzaram-se ao longo dos séculos com os pombos ferais - pombos-da-rocha domesticados fugidos ao cativeiro. Apresentam uma ampla variedade de plumagens e alguns pombos de origem doméstica mostram plumagens semelhantes.
Os pombos ferais estão amplamente distribuídos e são numerosos nas cidades e nas zonas escarpadas.
FONTE: John Gooders, Guia de Campo das Aves de Portugal e da Europa.

Categoria: NATURALMENTE

(74) A FLOR DA MURTA

am.ma 13/03/2008 @ 15:09

Murta, Murteira, Murtinheira, Mirto, Murtinho ou Arraião.

Murta em flor (Myrtus communis), Benavente - Portugal

Detalhe da floração da Murta (Myrtus communis), Benavente - Portugal

Murta florida - detalhe (Myrtus communis), Benavente - Portugal

Myrtus communis, Família Myrtaceae - princípios de Setembro, na orla de um montado de sobro, em Benavente.
Arbusto persistente, até 5 metros; folhas e flores aromáticas; geralmente calcífugo (não gosta de solos calcários); espontâneo e frequente em matos xerofílicos (constituídos por espécies adaptadas à secura) no Centro e Sul de Portugal.

Categoria: FLORA E VEGETAÇÃO

(73) AO ANOITECER

am.ma 11/03/2008 @ 18:30

Cores do céu 1 - Cascais, Portugal

Cores do céu 2 - Cascais, Portugal

Cores do céu 3 - Cascais, Portugal

Cores do céu 4 - Cascais, Portugal

Cascais.

Categoria: QUADROS

(72) ARQUITECTURA PORTUGUESA VERNÁCULA

am.ma 11/03/2008 @ 11:11

Casa tradicional em Pitões das Júnias, Montalegre - Portugal

Aspecto característico da Arquitectura Popular Portuguesa: balcão numa casa tradicional em Pitões das Júnias, Montalegre.

... "em Pitões das Júnias ... sobressaem três tipos distintos da casa rústica, em que a mais simples não dispõe de mais do que uma loja, e a mais complexa não prescinde do pátio servido por ampla porta. O termo médio é o da casa com alpendre lateral [...].
Nas montanhas de granito encastelam-se os montes de pedra, de granito. Encastelam-se nas divisórias dos quinteiros, sobem em paredes de maior ou menor aprumo, alteiam-se em paraventos e indicam brutalmente contornos não macios, arestas e bicos apontados, a contrastar com as moles pendentes dos colmados. Contra a dureza crua da pedra, a que tudo parece rescender, acomodam-se onde em quando notas suaves das madeiras das velhas varandas, apagadas pelo tempo."

Octávio L. Figueiras et al, Arquitectura Popular em Portugal.

Categoria: A ARQUITECTURA

(71) A MULTIDÃO INUNDA A CIDADE ...

am.ma 09/03/2008 @ 10:56

... para assistir ao Palio de Siena (corrida de cavalos em pêlo, ao fim da tarde, na grande praça central da cidade histórica - a Piazza del Campo).

Piazza del Campo durante o Palio, Siena - Itália

Piazza del Campo durante o Palio de Siena - Itália

NOTA: A multidão inundou também a cidade de Lisboa (ontem, 8 de Março), para a maior manifestação de professores e educadores de sempre neste País, contra as políticas da nossa Ministra da Educação, que pretendem denegrir e inferiorizar aquela profissão.

OBRIGADA A TODOS OS PROFESSORES, PELA GRANDE LIÇÃO COLECTIVA, DE DEMOCRACIA E DE CIDADANIA, QUE ONTEM DERAM AO PAÍS!

Categoria: A CIDADE

(70) A MACIEIRA CHINESA

am.ma 07/03/2008 @ 12:01

(ou Macieira Marubakaido)

Macieira chinesa (Marubakaido) - Malus prunifolia, Coimbra - Portugal

Malus prunifolia, Família Rosaceae - meados de Abril na Quinta das Lágrimas, Coimbra.
Cf. Jorge Paiva & M. Lúcia Catarino, O Arboreto da Quinta das Lágrimas.

Categoria: A ÁRVORE

(69) UMA QUESTÃO DE ESCALA

am.ma 07/03/2008 @ 11:59

Tavira litoral - Portugal

Tavira

Copenhaga litoral - Dinamarca

Copenhaga

Categoria: O LITORAL

(68) TODAS AS CRIANÇAS SÃO ESPECIAIS

am.ma 06/03/2008 @ 17:40

- MAS ALGUMAS SÃO ESPECIALMENTE ESPECIAIS.

Da Declaração dos Direitos da Criança:
(proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas a 20 Novembro 1959)

Princípio 5º - A criança mental e fisicamente deficiente, ou que sofra de alguma diminuição social, deve beneficiar do tratamento, da educação e dos cuidados especiais requeridos pela sua particular condição.

Crianças nos jardins da Fundação Gulbenkian, Lisboa - Portugal

NOTAS: Conheça o testemunho de um Pai (Fernando Magalhães, da Plataforma de Pais pelo Ensino Especial).
Leia, assine e divulgue a Petição - Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais (pela melhoria do Decreto-Lei 3/2008, de 7 de Janeiro).

ADITAMENTO, a 07-03-2008 @ 11:55: Com a devida vénia a Comadres, Compadres e Companhia.

16 Abril 2008 - a Petição deu entrada na Assembleia da República, com 14 024 assinaturas.

Categoria: TEXTOS UNIVERSAIS

(67) UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS - III

am.ma 06/03/2008 @ 10:25

Sobreiro 1(p) - semana 7Sobreiro 2(p) - semana 7

Sobreiros (Quercus suber, família Fagaceae) semeados a 15 Janeiro 2008. [em Cascais].

Categoria: UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS

(66) UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS - II

am.ma 05/03/2008 @ 14:48

Sobreiro 1 (Quercus suber) - semana 5Sobreiro 1 (Quercus suber) - semana 7Sobreiro 1 (Quercus suber) - semana 6

Sobreiro 2 (Quercus suber) - semana 5Sobreiro 2 (Quercus suber) - semana 7Sobreiro 2 (Quercus suber) - semana 6

O Sobreiro (Quercus suber, família Fagaceae) é uma árvore de grande porte, espontânea em Portugal.
A sementeira das bolotas foi efectuada a 15 Janeiro 2008 - a idade das plantinhas é indicada em semanas, contadas a partir daquela data.
[em Cascais].

Categoria: UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS

(65) FORMA, PROPORÇÃO E ESTÉTICA

am.ma 04/03/2008 @ 12:39

Equilíbrio - Leveza - Sobriedade. É nas obras singelas que os bons Arquitectos melhor se revelam.

Pavilhão de jardim no Almograve - Odemira, Portugal

Almograve, Odemira.

Categoria: A ARQUITECTURA

(64) OS RIOS SÃO NOSSOS IRMÃOS

am.ma 03/03/2008 @ 13:11

... lembrem-se de ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos e também o são deles, e que, portanto, devem tratá-los com a mesma doçura com que se trata um irmão.
Chefe Índio Seattle, em 1854, na mensagem de resposta ao Grande Chefe de Washington Franklin Pierce, que tinha feito uma oferta de compra de terras índias (documento divulgado pelas Nações Unidas para as comemorações do Dia Mundial do Ambiente, em 1976 - ler versão integral).

Rio Arnoia em Allariz - Ourense, Espanha

Parque Etnográfico do Rio Arnoia em Allariz - Ourense, Espanha

O Parque Etnográfico do Rio Arnoia, com o Moinho de água do Burato, em Allariz (Ourense) - Espanha.

Se não somos donos da frescura do ar nem do fulgor das águas, como poderão vocês comprá-los?
Idem, ibidem

[NOTA: Por limitações de html, não é possível inserir directamente uma ligação à página deste Parque Etnográfico no portal do Concello de Allariz, pelo que a transcrevo aqui].

Categoria: A ÁGUA

(63) PAGODE DA PAZ

am.ma 03/03/2008 @ 00:05

PARA VER DE PERTO ...

Pormenor do Pagode da Paz no Parque Battersea - Londres, Inglaterra

... E DE MAIS LONGE TAMBÉM!

Aspecto do Pagode da Paz no Parque Battersea - Londres, Inglaterra

O Pagode da Paz no Parque Battersea - Londres, Inglaterra

Pagode da Paz, Parque Battersea - Londres.

Categoria: PARA VER DE PERTO

(62) BANCOS NO JARDIM

am.ma 02/03/2008 @ 23:48

Jardim em Copenhaga - Dinamarca

Copenhaga - Dinamarca

.

Parque urbano em Londres - Reino Unido

Londres - Reino Unido

.

Jardim em Tavira - Portugal

Tavira - Portugal

Categoria: PARQUES E JARDINS

(61) LIXO ELECTRÓNICO (LIXO-E)

am.ma 02/03/2008 @ 01:09

A quantidade de aparelhos electrónicos, como computadores, telefones e televisores que, por ano, são deitados fora, está a aumentar rapidamente. Em muitos países, é o tipo de lixo que mais tem aumentado, porque preços baratos significam que mais vale substituir os aparelhos do que arranjá-los, enquanto que os preços baixos correspondem muitas vezes a baixa qualidade e muito curta duração.

Lixo electrónico - pormenor da placa-mãe de um computador

Lixo-e: pormenor da placa-mãe de um computador.

Desde Agosto de 2006, a Greenpeace tem vindo a acompanhar e classificar os esforços gradualmente desenvolvidos pelas grandes empresas electrónicas, para eliminar produtos químicos tóxicos e estabelecer programas de reciclagem - duas etapas vitais para resolver o problema do lixo electrónico.
(Para ler mais nas notícias da Greenpeace International - em Inglês).

NOTA: Foi recentemente criado (22 Fevereiro 2008) o escritório virtual da Greenpeace em Portugal.

Categoria: IMAGENS SOLTAS

(60) O AZULEJO EM PORTUGAL

am.ma 01/03/2008 @ 20:50

Azulejo - do vocábulo árabe al Zulaicj, que evoluiu para aljulej.

Os primeiros revestimentos cerâmicos usados em Portugal nos séculos XV e XVI mostram a origem do gosto pelo azulejo: a requintada presença árabe na Península Ibérica.

[...] Em finais do século XV e na primeira do XVI, o azulejo passa a ser utilizado em grande quantidade no revestimento de paredes monumentais. [...] A estética neoclássica foi assimilada pelo azulejo português no final do século XVIII e permaneceu até cerca de 1830. As composições são polícromas e luminosas, com grande predominância de fundos amarelos e brancos sobre os quais se destacam urnas, cestos floridos, laçarias, festões e grinaldas pendentes, plumas, aves e mascarões.
[...] A partir de 1851 surgiram várias fábricas de cerâmica que produziram grande quantidade de azulejos de padrão, em tecnologia semi-industrial e industrial, e que foram aplicados em numerosas fachadas por todo o país até cerca de 1920, criando uma nova paisagem urbana em Portugal. Fonte: Portal do Museu Nacional do Azulejo

Fachada revestida a azulejos - Sintra, Portugal

Fachada revestida a azulejos, numa casa particular em Sintra.

Uma característica importante dos padrões de repetição [de azulejos] é o modo como as composições se organizam, evidenciando sempre (mais ou menos subtilmente) diagonais que constituem o contraponto das linhas verticais e horizontais, dominantes da arquitectura.
Rafael Salinas Calado, 5 Séculos do Azulejo em Portugal, 1985.

Pormenor de fachada revestida a azulejos - Sintra, Portugal

Pormenor de fachada revestida a azulejos - Sintra, Portugal

O azulejo é essencialmente um elemento animador da superfície, com propriedades de reflexão da luz, do calor e do som. [...]
Na maioria dos casos, não pode ser apreciado unitariamente, estando concebido para ser visto em conjuntos absolutamente integrados na arquitectura [...].
(idem, ibidem).

Categoria: O PATRIMÓNIO