VERTICAIS DE DEZEMBRO 2009
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Categoria: VERTICAIS
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Categoria: VERTICAIS
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Categoria: VERTICAIS

Categoria: ATMOSFERAS
O postal escolhido pelo visitante nº 80 000 foi PRESERVAR E DIVULGAR A LINHA DO TUA, publicado em Março de 2009 com uma imagem de José Miguel Ferreira:
NOTA: A Linha do Tua tem andado em foco - outra vez - nas duas últimas semanas, devido a actos de vandalismo e de destruição deste património. Notícias divulgadas pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua, MCLT.
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Entre os visitantes 70 001 a 80 000, os dez postais mais procurados foram (alguns deles são sempre os mesmos...):
3 - Coqueiro de Jardim em Flor
4 - O que Fazer em Caso de Sismo
5 - Muros de Pedra
9 - Texto: Sermão de Santo António aos Peixes
10 - Pérgulas de Jardim.
Nos últimos cinco meses, o sobreiro renascido cresceu quase 30 centímetros, o que equivale a uma média de 5 a 6 cm por mês.
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Categoria: UMA HISTÓRIA DE SOBREIROS
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Tempo para relembrar alguns temas do ano velho, neste início do ano novo... Para além de postais de grande impacto, como foram Embalagens para Alimentos, Um Loureiro em Flor, O que Fazer em Caso de Sismo e ainda O Galo no Cata-vento (este para mim foi uma surpresa!), quatro aspectos importantes que passaram n' A Imagem da Paisagem:
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E ainda, já no final do ano, dois assuntos polémicos da actualidade - Casamento Significa... e Cultura, Património e a Língua Portuguesa.
Categoria: QUADROS
Prepara-se a entrada em vigor do (des)Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: há quem diga que é já agora no início de Janeiro 2010, há quem diga que não senhor, que não se sabe bem quando será. [Notícia do Público, 30 Dezembro 2009: Aplicar a nova ortografia em 2010 é uma precipitação?].

[A propósito, deixo aqui a transcrição e a tradução de alguns excertos que recolhi no portal da UNESCO, referentes a dois documentos: a Declaração Universal da Diversidade Cultural, em 2001, e a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (Intangível), em 2003 - qualquer deles subscrito por Portugal].
Half of the 6,700 languages spoken today are in danger of disappearing before the century ends [...].
Metade das 6700 línguas actualmente faladas está em risco de desaparecer antes do fim do século [...].
Languages are humankind’s principle tools for interacting and for expressing ideas, emotions, knowledge, memories and values. Languages are also primary vehicles of cultural expressions and intangible cultural heritage, essential to the identity of individuals and groups.
As línguas constituem a principal ferramenta da humanidade para interagir e para expressar ideias, emoções, conhecimentos, memórias e valores. As línguas são ainda veículos primários de expressões culturais e de património cultural imaterial, essenciais à identidade dos indivíduos e dos grupos.
Languages, with their complex implications for identity, communication, social integration, education and development, are of strategic importance for people and the planet. Yet, due to globalization processes, they are increasingly under threat, or disappearing altogether. When languages fade, so does the world’s rich tapestry of cultural diversity. Opportunities, traditions, memory, unique modes of thinking and expression – valuable resources for ensuring a better future are also lost.
As línguas, com as suas complexas implicações em termos de identidade, comunicação, integração social, educação e desenvolvimento, têm uma importância estratégica para os povos e para o planeta. E no entanto, devido aos processos de globalização, estão cada vez mais ameaçadas, ou mesmo em desaparecimento. Quando as línguas se desvanecem, o mesmo acontece à rica tapeçaria mundial da diversidade cultural. Oportunidades, tradições, memória, modos únicos de pensamento e de expressão - recursos valiosos para assegurar um futuro melhor - são também perdidos.
All intangible cultural heritage domains – from knowledge about the universe to rituals, performing arts to handicrafts – depend on language for their day-to-day practice and inter-generational transmission. In the domain of oral traditions and expressions, language is not only a vehicle of intangible heritage, it is their very essence.
Todo o património cultural imaterial - do conhecimento do universo aos rituais, às artes representativas e ao artesanato - se baseia na língua para a sua prática no dia-a-dia e para a sua transmissão de geração em geração.
NO DOMÍNIO DAS TRADIÇÕES E DAS EXPRESSÕES ORAIS, A LÍNGUA NÃO É SÓ UM VEÍCULO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL, É A SUA PRÓPRIA ESSÊNCIA.

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Cultural diversity is a driving force of development, not only in respect of economic growth, but also as a means of leading a more fulfilling intellectual, emotional, moral and spiritual life.
A DIVERSIDADE CULTURAL É UMA FORÇA MOTRIZ DO DESENVOLVIMENTO, NÃO SÓ NO QUE DIZ RESPEITO AO CRESCIMENTO ECONÓMICO, MAS TAMBÉM COMO MEIO DE ALCANÇAR UMA MAIOR PLENITUDE DE VIDA INTELECTUAL, EMOCIONAL, MORAL E ESPIRITUAL.
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NOTAS IMPORTANTES:
Em 2008, decorreu uma PETIÇÃO - MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA. Deu entrada na Assembleia da República, a 8 Maio 2008, com 17 300 assinaturas, e a 15 Maio, com 33 053 assinaturas. Foi entregue na Presidência da República a 2 Junho. O debate em plenário da Assembleia da República, para apreciação da petição, foi agendado para 20 Maio 2009. O Acordo foi promulgado, mas a recolha de assinaturas continuou e ultrapassou as 122 000 em Agosto 2009.

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FONTES das citações:
http://www.unesco.org/culture/ich/index.php?pg=00006
http://www.unesco.org/culture/ich/index.php?pg=00136
http://portal.unesco.org/culture/en/ev.php-URL_ID=34321
http://portal.unesco.org/culture/en/ev.php-URL_ID=35097
Categoria: O PATRIMÓNIO
CASAMENTO, s. m. contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida.
CASAL, s. m. conjunto de macho e fêmea; marido e mulher.
[Dicionário Editora da Língua Portuguesa].




Têm-se levantado vozes a clamar pelo direito à celebração de «casamentos» entre «casais» de homens e de mulheres.
Estas vozes, das duas uma: ou são ignorantes (não conhecem o significado das palavras), ou têm segundas intenções (por exemplo, desvalorizar, desacreditar, perverter os conceitos de casamento e de casal).
Mais do que isso, contradizem-se a si próprias: por um lado, reclamam o direito a serem diferentes nos seus afectos; mas por outro, reclamam o direito a serem iguais nos contratos que celebram esses mesmos afectos diferentes.
Qualquer pessoa que pertença a uma qualquer minoria tem o direito a ser respeitada - mas tem que respeitar a maioria em que se insere!
Dois adultos têm o direito de viver e de partilhar a sua vida com quem muito bem lhes aprouver. Mas não têm o direito de impor uma perversão do sentido das palavras e do conceito dos contratos que vigoram na sociedade a que reclamam pertencer.
Pretender chamar casamento à união entre dois homens ou entre duas mulheres é, à partida, uma manifestação de enorme falta de respeito - e depois querem ser respeitados?
Se querem ser aceites na sua diferença, têm que aceitar a diferença dos outros. Querem assinar um contrato? Assinem! Chamem-lhe masculimento e feminimento, chamem-lhe união, se entenderem.
Chamem-lhe qualquer coisa politicamente correcta - qualquer coisa, excepto casamento!
Categoria: PLUMAGENS

Categoria: DOMINGO SEM LEGENDAS
[TEMPO DE NATAL 2009-2]
Natal, s. m. dia ou época em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo.
(Do lat. natāle-, «nascimento»).
Uma coisa é o significado do Natal,
outra coisa completamente diferente é aquilo em que a nossa sociedade o transformou.
Celebração cristã, apologia do despojamento e da simplicidade, o Natal é actualmente (quase só) uma celebração do consumo e do esbanjamento, alegremente abraçada pelos ateus convictos: é preciso comprar prendas, é preciso comprar bolos e doces, é preciso ... comprar e consumir quantas vezes meras inutilidades perfeitamente dispensáveis.
De celebração do nascimento singelo de uma criança que mudou o Mundo com a sua Mensagem de Amor e Verdade, passou-se a uma celebração dos vendedouros e da ostentação; os presentes trocam-se como quem troca cromos ou selos (eu dou-te uma prenda a ti e tu dás-me outra prenda a mim); a comida e as gulodices fabricam-se em série industrial e vendem-se por todas as esquinas.
Passamos o Natal no calor das nossas famílias, no conforto das nossas casas, no consolo das nossas mesas bem servidas.
Mas teremos a ideia nítida do que estamos a comemorar? Pensamos efectivamente no que significa o Natal?

Categorias: PARA VER DE PERTO - COMPASSOS DE TEMPO.